Pedir a um conselho do relacionamento cara

Eu VS meu irmão mais velho

2020.11.11 03:19 Ofc_nathi Eu VS meu irmão mais velho

(Esse desabafo não é sobre rivalidade entre mim e meu irmão, e sim sobre a forma que minha mãe e meu padrasto nos trata diferente.)
Eu sempre fui super próxima à meu irmão... Sempre me baseei nele, sigo seus conselhos e etc. Meu irmão sempre manteve sua vida amorosa, suas peguetes e ficantes em segredo. Com excessão de mim, ele não contava sobre esse tipos de coisa P ninguém... Ao contrário de mim, que sempre conversei com a minha mãe, sempre contei sobre minhas paixonites, os meninos e meninas que eu ficava ou até msm, queria ficar. Meu irmão começou a ficar com uma menina que minha família não conhecia, e dps de alguns meses, ele foi sair c a mina, e eu e minha família fomos juntos (sem saber q ele ia encontrar a menina)... E foi assim q conhecemos a namorada dele. Comigo, desde sempre, minha mãe dizia que se eu fosse me envolver com alguém, essa pessoa tinha que ir em casa, conhecer a minha família é pedir permissão. Dps de 1 mês de namoro do meu irmão, eu comecei a praticar meus esportes e meus amigos me levavam em casa, toda noite. Minha mãe conheceu um amigo meu e me shippava com ele. Eu nunca havia pensado na possibilidade de ficar com ele, mas como minha mãe ficava matutando em cima de mim, eu comecei a olhar o menino c outros olhos, e dps de 1 mês conversando c o menino, eu chamei ele P sair (c a permissão da minha mãe) e ficamos (eu falei P minha mãe e P meu padrasto). Dps de 2 semanas ficando, oficializamos o namoro.
Com 1 ano de namoro, minha mãe nunca deu pitaco no relacionamento do meu irmão. Com 2 semanas namorando, minha mãe sempre se meteu no meu namoro, e dizia tudo q eu tinha q Flr P meu namorado. (Terminei c ele dps de 3 meses de namoro)
Isso foi em 2018...
Depois disso, minha mãe começou a ficar paranóica sempre q eu falo de alguém q eu fico.
À mais ou menos 1 mês atrás, eu fiquei com um cara em uma festa de família paterna, e contei P minha mãe. Até então, eu não pensava na possibilidade de ficar c esse cara Dnv, mas acabou rolando e EU CONTEI P MINHA MÃE. (Ela sempre me disse que eu tinha que contar as coisas P ela, pq ela nos contava as coisas dela. E se eu não contasse e ela descobrisse, ela ia ficar brava e chateada)
Eu continuo ficando c esse cara, sem esconder da minha família e da minha mãe. Porém, pra minha família paterna, tudo que eu faço, é por causa desse cara; mas eu sempre deixei claro PRA TODO MUNDO QUE EU CONHEÇO, QUE MINHA VIDA NÃO É MOVIDA A MACHO, OU À QUALQUER TIPO DE RELAÇÃO AMOROSA, pois eu sempre fiz as coisas pela minha cabeça. Falei pra minha mãe que minha tia havia me chamado pra dormir na casa dela, que por acaso, é perto de onde o cara q eu fico, mora. E ele vem todos os dias tomar café com a minha avó, que é na msm rua da casa da minha tia... Eu também venho passar o fim de tarde com a minha avó, pois antes, quando eu não vinha, todos os meus tios e tias, e minha avó me crucificavam. Minha mãe, de cara, me perguntou se eu ia vir por causa do mlk, e eu, puta da vida, disse q não... (eu não menti) e disse pra minha mãe que se eu viesse só por causa do Mlk, não tinha o porquê de eu esconder isso.
Vim pra casa da minha tia, falo com minha mãe e meu pai, todos os dias... E minha mãe me pergunta se eu falei com o menino, e eu digo q não fico falando por ele por telefone, até porque ele trabalha (e eu não tenho paciência P ficar conversando por telefone).
Hoje, eu na casa da minha avó, minha mãe me mandou msg, dizendo q queria conversar comigo, dizendo q meu padrasto disse q tem certeza que eu só vim pra cá por causa do mlk... Disse q eu nunca gostei de vir pra cá, etc. Eu disse que Sempre que eu tenho oportunidade, eu venho ficar com a minha tia, mas parece q ninguém, além do meu irmão, lembra disso. Eu fiquei totalmente magoada pelo q o meu padrasto falou e minha mãe concordou...
Se fosse o meu irmão, ninguém ia associar a ficante dele, com a visita à família; Por que q comigo tem que ter essa palhaçada? Por que eu sou mulher? Sempre argumentei contra o machismo e tenho que conviver com isso dentro de casa?
Eu havia dito pra minha mãe que o cara tinha me chamado pra sair, e ela disse q se eu saísse com ele, ela ia ir junto. Pra quê? Por que, com meu irmão nunca teve esse palhaçada, e comigo que sempre me abri, tem que ter? Eu tô exagerando em me sentir mal?
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2020.11.07 19:52 Psychological_Pin877 Aconselhe uma estranha

Olá glr !! tô em conflitos internos ultimamente mas n tenho com quem compartilhar então decidi pedir conselho pra pessoas q nunca vi kkkk Enton, namoro um cara ja vai fazer 1 ano e nos temos pensamentos mt diferentes (óbvio). Mas sobre política e feminismo o bglh fica tenso. Ele se diz patriota, conservador, eu tenho meus princípios mas n me considero nada disso. Ele chamou a Chris flores de piranha por causa de um vídeo em q ela fala sobre o caso MariFerrer, segundo ele, ela tava "defendendo o feminismo que é uma tática marxista" e sla o q.... , achei mt errado. Ele ODEIA femimistas e sempre fala q jamais se casará com uma, não me intitulo feminista mas sou bem desconstruida do estereótipo mulher tem fazer td q o marido manda, cuidar das tarefas domésticas sem reclamar etc. Também não me considero de direita (nem esquerda) e pra ele, n declarar apoio ao Bolsonaro te torna automaticamente petista . Ele defende o presidente com unhas e dentes. No início do namoro ele não expressava nd a respeito disso, só agora ele ta se posicionando e nós estamos de lados opostos . As vezes penso em terminar pq isso abala mt o emocional dos 2 mas acho divergência política um motivo mt pequeno pro fim de um relacionamento. O problema é q fico dividida porque essas opiniões diferentes tem desgastado o relacionamento. Sinto que posso perder a pessoa q eu amo " de graça " não quero desistir dele mas tenho medo de numa discussão por política, um de nos simplesmente decidir acabar tudo, não por falta de amor mas por ja não aguentar essa situação, ou, em contra partida, a gente casar (que é nosso plano) e viver um casamento infeliz, um dos 2 se abster de comentar o que pensa na tentativa de evitar brigas e acabar se anulado, perdendo a própria identidade ... Enfim resumindo bem, é isso. Agradeço a quem opinar
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2020.10.19 23:43 Normal_bitch Não consigo superar

Preciso de conselhos e preciso desabafar.
Perdão pelos erros de português, não é meu forte.
Uma boa parte do meu relacionamento foi extremamente desgastante, embora as coisas tenham mudado, significando que eu deveria estar bem, eu não estou, eu ainda tenho raiva do meu namorado as vezes, não supero tudo oque aconteceu.
Como gosto desse sub decidi que vou soltar toda minha frustração aqui, tudo oque me fez mal no começo, preciso de alguém que me ouça,é uma tentativa de deixar esses problemas para trás e não estragar meu relacionamento.
Esse post sera bastante comprido
O primeiro mês foi bom, no segundo ele era paranóico, brigou comigo pois alguém que eu nem conheço disse que ele era corno, briguei feio com ele, então esse problema não se repetiu.
No terceiro mês os problemas começarem, não consigo lembrar dos detalhes, muito dessa época foi um borrão para mim.
Meu namorado tem problema com depressão, apartir do terceiro mês ele começou a ameaçar de se matar todos os dias basicamente, dizer coisas sem sentido, eu tentei ajudar ele o máximo que pude, depois de um tempo a família dele colocou ele em psiquiatra, psicólogo, terapeuta, tudo que era possível, até ai tudo bem, eu queria ajudar ele, claro que não iria deixar ele sozinho nesse momento.
Agora vem a parte que realmente me fez mal, durante meses ele ameaçou se matar todo o dia para mim, mandava foto de faca,na barriga, segurando, na mesa, ia no viaduto mandava foto dizendo que ia se matar, por todo o dia ficava me dizendo coisas terríveis, eu sentia que estava sendo torturada.
Me disse algumas vezes que queria pegar outras pessoas, me disse que se me traisse com um homem para testar nao teria problema, que estava em dúvida se gostava de homem e queria testar, um dia até quis tentar terminar comigo porque os colegas disseram que ele parecia gay quando colocou um piercing. Depois ele percebeu que era só confusão da cabeça dele pois sempre chamaram ele de viado.
Todo dia minha rotina se baseava em parar tudo o'que eu estava fazendo para ajudar ele.
Na escola dizia que ia embora pra se matar, quase todo dia eu tinha que implorar, ligar, chorar, pedir que ele não se matasse.
Uma vez nos bancos da escola disse que iria sair mais cedo para poder se matar enquanto eu me matava de chorar na frente dele,implorando para ele não me deixar, e ele nem ligou, me olhava com o olhar vazio, so dizia que era o melhor pra mim.
Uma vez brigamos e ele foi a uma festa e voltou falando sobre como a irmã do amigo dele estava rebolando pra ele, sabendo que nem sair de casa eu podia na época, e ele podia mesmo eu não tendo como (eu não podia sair ou namorar, esses meses foram escondidos da minha mãe, contamos no começo desse ano, todos esses problemas foram de setembro do ano passado até o início da quarentena, onde já podíamos nos ver fora da escola)
Ameaçou de se matar até no meu aniversário, primeiro aniversário que minha família parecia feliz, e eu tive que me esconder no quarto pra chorar e implorar que ele não se matasse, estraguei o aniversário, na frente da minha família tive que fingir que estava tudo bem.
Dizia o tempo todo que eu não gostava dele de verdade, que eu ficaria melhor se ele morresse, não importava quantas vezes eu tentasse provar que realmente gosto dele, isso é cansativo.
Dizia que ia tomar água sanitária, tomar todos os remédios, mandava fotos com facas, várias fotos no viaduto, e dizia "adeus" me fazendo implorar para que ele vivesse mais um dia, não sabendo oque aconteceria no outro dia. A única coisa que ele realmente fez foi tomar um gole de água sanitária, o restante felizmente foram apenas ameaças.
Um dia ele saiu para a casa de um amigo, e começou a ameaçar de se matar, quando fazia isso costumava colocar uma foto preta no whats, quando mandei mensagem para o amigo que estava do lado dele para pedir ajuda, o amigo me mandou um audio dizendo "é brincadeira dele tudo, ninguém manda acreditar" "ninguém manda não ajudar, agora vai morrer" coisas do tipo, rindo da minha cara, na hora eu bloqueei os dois e exclui todas as nossas mensagens, mais tarde descobri que ele realmente estava querendo se matar, então ele brigou comigo por acreditar no amigo dele, mas nunca disse uma palavra para o amigo que me enganou e riu da minha cara enquanto eu não conseguia parar de chorar por horas.
Um dia ele teve um ataque de ciúme porquê eu disse que achei uma foto de um gato que ele mandou fofo, "você prefere o gato a mim, vai com o gato então, vai vir aqui e vai querer dar mais atenção para o gato"
Fez um texto lindíssimo pra uma amiga, de uma forma que nunca fez pra mim e em uma parte do texto disse que ficaria com ela se não estivesse comigo, eu fingi que isso não me machucou por um tempo, e quando contei que me fez mal ele disse que nunca fez algo do tipo para mim pois a amiga dele realmente acreditava nele, e eu não acreditava. Eu que estava todo dia chorando, perdendo cabelo de estresse pra tentar ajudar ele.
Ele tinha o direito de conversar com quem quisesse, falar que pegaria outras pessoas, eu não sou ciumenta, porém eu não podia chegar perto de nenhum homem. Um dia ele insistiu que eu contasse quem eu achava bonito dos nossos colegas, quando eu contei ele brigou comigo, dizendo que era fácil para mim trocar ele.
Com tudo isso eu perdi 4 quilos, eu sou pequena, 4 quilos fazem grande diferença e perdi muito, muito cabelo a ponto de ter medo de ficar careca, perdi a habilidade de dormir a noite, pois passava a noite acordada, até as 6, horário que ele acordava, tudo por medo de que ele não estivesse dormindo e sim morto,esperando 4,5,6 horas para receber uma mensagem, até hoje tenho dificuldade para manter uma rotina saudável quanto ao sono, e tive meus primeiros pensamentos suicidas.
Em grande parte desses meses eu ficava apenas no meu quarto deitada, so saia pelas coisas que eu sou obrigada a fazer, estudar, limpar,comer as vezes, e exercício pois já tenho problemas o suficiente de autoestima, se eu ficasse mais feia aí sim pioraria de vez e me mataria, gosto muito de exercícios e os fazia a noite, mas como ele chegava a noite, várias vezes parei de fazer para ajudar ele.
Eu so queria ajudar ele, apenas isso, foi a única coisa que eu fiz todos esses meses, perdoar e ajudar, apenas isso.
Quando eu não aguentava mais disse que se ele não mudasse a forma de lidar com os problemas eu terminaria, apartir dai ele começou a melhorar, a terapia foi o'que mais funcionou para ajudar com o problema dele, ele começou a desabafar ao envez de jogar todos os problemas em mim e me torturar, eu finalmente estava feliz.
Então quando eu pensei que deixaria tudo isso pra trás ele em uma manhã começou um assunto sobre gostar de mulheres mais velhas, até ai tudo bem, mas ele decidiu dizer "trovaria tua mãe, ela e bonita" , e foi onde meu mundo caiu, todas as vezes eu perdooei ele, sempre entendi que era por conta da depressão que ele me fazia mal, entendi que não era culpa dele, mas isso era demais, isso era um limite, todas as outras vezes eu acreditei que ele mudaria e confiei nele, dessa vez não consegui, não sei se consigo até agora.
Ainda assim eu continuei com ele, e desde então ele tem sido um amor, tudo está bem, ou deveria estar, mas eu não consigo superar tudo isso, sinto que atinge meu limite com o último problema e não consigo mais voltar a acreditar nele, ou confiar nele. Eu amo ele, e agora ele realmente mudou, a meses nao fala nada que me deixa triste, sempre pergunta se está me sobrecarregando quando desabafa, ele me respeita bastante, porém eu não quero estragar nosso relacionamento com meu problema de não superar.
Eu sei que o jeito que eu falei sobre o problema de depressão dele pode ter sido egoísta, focando apenas no meu lado, enquanto para ele deve ter sido muito pior, mas eu so estou contando como me senti, eu sei que esse problema não e culpa dele e que as coisas que ele me disse e me fez foram por estar fora do normal graças a depressão, não o culpo, ao menos ele melhorou, não e como se eu fosse perfeita, por vezes nao acreditei que ele mudaria e exagerei nas brigas,so piorando a situação , agora eu aprendi a conversar ao envez de brigar e isso ajudou. Porém eu nunca tinha lidado com algo do tipo, não soube ajudar ele então acabou que fui sobrecarregada, e agora eu preciso de um conselho, como posso superar isso e finalmente olhar pra frente, nosso relacionamento devia estar bem, não quero estragar tudo, me ajudem!!
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2020.10.19 22:05 Normal_bitch Não consigo superar, me ajudem!!

Preciso de conselhos e preciso desabafar.
Perdão pelos erros de português, não é meu forte.
Uma boa parte do meu relacionamento foi extremamente desgastante, embora as coisas tenham mudado, significando que eu deveria estar bem, eu não estou, eu ainda tenho raiva do meu namorado as vezes, não supero tudo oque aconteceu.
Decidi que vou soltar toda minha frustração aqui, tudo oque me fez mal no começo, preciso de alguém que me ouça,é uma tentativa de deixar esses problemas para trás e não estragar meu relacionamento.
Esse post sera bastante comprido
O primeiro mês foi bom, no segundo ele era paranóico, brigou comigo pois alguém que eu nem conheço disse que ele era corno, briguei feio com ele, então esse problema não se repetiu.
No terceiro mês os problemas começarem, não consigo lembrar dos detalhes, muito dessa época foi um borrão para mim.
Meu namorado tem problema com depressão, apartir do terceiro mês ele começou a ameaçar de se matar todos os dias basicamente, dizer coisas sem sentido, eu tentei ajudar ele o máximo que pude, depois de um tempo a família dele colocou ele em psiquiatra, psicólogo, terapeuta, tudo que era possível, até ai tudo bem, eu queria ajudar ele, claro que não iria deixar ele sozinho nesse momento.
Agora vem a parte que realmente me fez mal, durante meses ele ameaçou se matar todo o dia para mim, mandava foto de faca,na barriga, segurando, na mesa, ia no viaduto mandava foto dizendo que ia se matar, por todo o dia ficava me dizendo coisas terríveis, eu sentia que estava sendo torturada.
Me disse algumas vezes que queria pegar outras pessoas, me disse que se me traisse com um homem para testar nao teria problema, que estava em dúvida se gostava de homem e queria testar, um dia até quis tentar terminar comigo porque os colegas disseram que ele parecia gay quando colocou um piercing. Depois ele percebeu que era só confusão da cabeça dele pois sempre chamaram ele de viado.
Todo dia minha rotina se baseava em parar tudo o'que eu estava fazendo para ajudar ele.
Na escola dizia que ia embora pra se matar, quase todo dia eu tinha que implorar, ligar, chorar, pedir que ele não se matasse.
Uma vez nos bancos da escola disse que iria sair mais cedo para poder se matar enquanto eu me matava de chorar na frente dele,implorando para ele não me deixar, e ele nem ligou, me olhava com o olhar vazio, so dizia que era o melhor pra mim.
Uma vez brigamos e ele foi a uma festa e voltou falando sobre como a irmã do amigo dele estava rebolando pra ele, sabendo que nem sair de casa eu podia na época, e ele podia mesmo eu não tendo como (eu não podia sair ou namorar, esses meses foram escondidos da minha mãe, contamos no começo desse ano, todos esses problemas foram de setembro do ano passado até o início da quarentena, onde já podíamos nos ver fora da escola)
Ameaçou de se matar até no meu aniversário, primeiro aniversário que minha família parecia feliz, e eu tive que me esconder no quarto pra chorar e implorar que ele não se matasse, estraguei o aniversário, na frente da minha família tive que fingir que estava tudo bem.
Dizia o tempo todo que eu não gostava dele de verdade, que eu ficaria melhor se ele morresse, não importava quantas vezes eu tentasse provar que realmente gosto dele, isso é cansativo.
Dizia que ia tomar água sanitária, tomar todos os remédios, mandava fotos com facas, várias fotos no viaduto, e dizia "adeus" me fazendo implorar para que ele vivesse mais um dia, não sabendo oque aconteceria no outro dia. A única coisa que ele realmente fez foi tomar um gole de água sanitária, o restante felizmente foram apenas ameaças.
Um dia ele saiu para a casa de um amigo, e começou a ameaçar de se matar, quando fazia isso costumava colocar uma foto preta no whats, quando mandei mensagem para o amigo que estava do lado dele para pedir ajuda, o amigo me mandou um audio dizendo "é brincadeira dele tudo, ninguém manda acreditar" "ninguém manda não ajudar, agora vai morrer" coisas do tipo, rindo da minha cara, na hora eu bloqueei os dois e exclui todas as nossas mensagens, mais tarde descobri que ele realmente estava querendo se matar, então ele brigou comigo por acreditar no amigo dele, mas nunca disse uma palavra para o amigo que me enganou e riu da minha cara enquanto eu não conseguia parar de chorar por horas.
Um dia ele teve um ataque de ciúme porquê eu disse que achei uma foto de um gato que ele mandou fofo, "você prefere o gato a mim, vai com o gato então, vai vir aqui e vai querer dar mais atenção para o gato"
Fez um texto lindíssimo pra uma amiga, de uma forma que nunca fez pra mim e em uma parte do texto disse que ficaria com ela se não estivesse comigo, eu fingi que isso não me machucou por um tempo, e quando contei que me fez mal ele disse que nunca fez algo do tipo para mim pois a amiga dele realmente acreditava nele, e eu não acreditava. Eu que estava todo dia chorando, perdendo cabelo de estresse pra tentar ajudar ele.
Ele tinha o direito de conversar com quem quisesse, falar que pegaria outras pessoas, eu não sou ciumenta, porém eu não podia chegar perto de nenhum homem. Um dia ele insistiu que eu contasse quem eu achava bonito dos nossos colegas, quando eu contei ele brigou comigo, dizendo que era fácil para mim trocar ele.
Com tudo isso eu perdi 4 quilos, eu sou pequena, 4 quilos fazem grande diferença e perdi muito, muito cabelo a ponto de ter medo de ficar careca, perdi a habilidade de dormir a noite, pois passava a noite acordada, até as 6, horário que ele acorda, tudo por medo de que ele não estivesse dormindo e sim morto,esperando 4,5,6 horas para receber uma mensagem, até hoje tenho dificuldade para manter uma rotina saudável quanto ao sono, e tive meus primeiros pensamentos suicidas.
Em grande parte desses meses eu ficava apenas no meu quarto deitada, so saia pelas coisas que eu sou obrigada a fazer, estudar, limpar,comer as vezes, e exercício pois já tenho problemas o suficiente de autoestima, se eu ficasse mais feia aí sim pioraria de vez , gosto muito de exercícios e os fazia a noite, mas como ele chegava a noite, várias vezes parei de fazer para ajudar ele.
Eu so queria ajudar ele, apenas isso, foi a única coisa que eu fiz todos esses meses, perdoar e ajudar, apenas isso.
Quando eu não aguentava mais disse que se ele não mudasse a forma de lidar com os problemas eu terminaria, apartir dai ele começou a melhorar, a terapia foi o'que mais funcionou para ajudar com o problema dele, ele começou a desabafar ao envez de jogar todos os problemas em mim e me torturar, eu finalmente estava feliz.
Então quando eu pensei que deixaria tudo isso pra trás ele em uma manhã começou um assunto sobre gostar de mulheres mais velhas, até ai tudo bem, mas ele decidiu dizer "trovaria tua mãe, ela e bonita" , e foi onde meu mundo caiu, todas as vezes eu perdooei ele, sempre entendi que era por conta da depressão que ele me fazia mal, entendi que não era culpa dele, mas isso era demais, isso era um limite, todas as outras vezes eu acreditei que ele mudaria e confiei nele, dessa vez não consegui, não sei se consigo até agora.
Ainda assim eu continuei com ele, e desde então ele tem sido um amor, tudo está bem, ou deveria estar, mas eu não consigo superar tudo isso, sinto que atinge meu limite com o último problema e não consigo mais voltar a acreditar nele, ou confiar nele. Eu amo ele, e agora ele realmente mudou, a meses nao fala nada que me deixa triste, sempre pergunta se está me sobrecarregando quando desabafa, ele me respeita bastante, porém eu não quero estragar nosso relacionamento com meu problema de não superar.
Eu sei que o jeito que eu falei sobre o problema de depressão dele pode ter sido egoísta, focando apenas no meu lado, enquanto para ele deve ter sido muito pior, mas eu so estou contando como me senti, eu sei que esse problema não e culpa dele e que as coisas que ele me disse e me fez foram por estar fora do normal graças a depressão, não o culpo, ao menos ele melhorou, não e como se eu fosse perfeita, por vezes nao acreditei que ele mudaria e exagerei nas brigas,so piorando a situação , agora eu aprendi a conversar ao envez de brigar e isso ajudou. Porém eu nunca tinha lidado com algo do tipo, não soube ajudar ele então acabou que fui sobrecarregada, e agora eu preciso de um conselho, como posso superar isso e finalmente olhar pra frente, nosso relacionamento devia estar bem, não quero estragar tudo, me ajudem!!
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2020.07.30 02:47 lillobaby Relacionamento abusivo da minha irmã (atualização)

Ontem postei um desabafo sobre o relacionamento abusivo da qual minha irmã faz parte. Seguindo um bom conselho que recebi, conversei com minha mãe sobre a situação. Ela já havia comentado comigo sobre algumas coisas, que não acreditava que o relacionamento estava sendo bom para minha irmã, pq ela que era uma pessoa super animada se tornou triste e preocupada. Resolvemos chamar minha irmã pra conversar, falamos o que pensávamos e ela, como esperado, tentou negar. Mas víamos que ela estava saturada, sabe? Quando minha mãe insistiu mais um pouco ela desandou a falar. Gente, sem brincadeira, parecia que a criatura tava engasgada esse tempo todo. Ela contou todas as pequenas coisas que aconteceram e que vem acontecendo. Como eu tinha dito, ela falou em terminar com ele e que ele tinha chorado...mas eu n tinha entendido o quanto o apelo emocional que ele fazia era forte, sobre ela. Ela se sente culpada, presa na história. Como se fosse uma coisa sem volta, sabe? Ela disse que, desde a conversa de término ele da "espaço" a ela, mas todos os dias joga alguma declaração elaborada, reforçando um sentimento que eu acho que é mais costume que amor. Ela passou a evitar conversar com ele, pq isso tem gerado novas crises de ansiedade, sempre fica com essas crises quando está chegando a hora do cara sair do trabalho, pq sabe que ele vai começar a falar...pedir pra ligar, pedir foto...eu acho que ela tem uma certa consciência do que tá acontecendo, de que o espaço que ele tá dando é uma forma de condionar ela a achar que ele mudou, de que a relação abusiva existe, de que o emocional dela tá abalado com essa história, mas só não sabe ainda como sair.
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2020.06.01 06:43 Fllopsy Crises de ansiedade depois que ela sumiu por uma bobagem.

Olá amiguinhos. Queria desabafapedir conselhos a vocês.
Sabe, reencontrei depois de anos uma menina que havia conhecido no Tinder. Isso na semana passada. Havíamos tido um pequeno romance, mesmo sem nunca termos nos visto, pois antes do nosso primeiro encontro ela desistiu, alegando que tudo estava indo rápido de mais, sendo esse o motivo do afastamento. (ela me contou, agora, que havia desistido porque ainda se sentia presa ao ex. Mas que não deu certo nesse tempo e hoje ele não faz diferenca).
Acontece que a encontrei no Instagram e a adicionei semana passada. Conversamos bastante, ela disse que ainda pensou em mim algumas vezes e se sentiu mal por ter desistido do nosso encontro na primeira vez. Enfim, estávamos indo maravilhosamente bem. Apesar de ela ser extremamente fria (do tipo que diz "me sinto sufocada se alguém me abraça de mais") estávamos fazendo planos para nos encontrar no pós quarentena. Planos de casal mesmo, de relacionamento. Certa vez ela me falou que eu estava criando expectativa de mais e eu abaixei a bola... Mas a continuou dando corda, sabe? Então voltei a levantar a bola kkkk e ela simplesmente deixou pra lá.
Até que certo dia falei pra ela que tinha só gado com Bosco e havia feito um desenho. Era um sketch de nós dois numa posição bem romântica que insinuava sexo. Ela sumiu. Dois dias depois tentei saber o que houve e ela disse que ficou super incomodada. Pedi desculpa e ela monossilábica. Refleti um pouco e vi que talvez não tenha sido a melhor forma de se expressar, então mandei um textinho dizendo que não queria ter passado essa impressão, que nos estávamos construindo algo muito bacana e que eu valorizava muito isso e etc. Ela disse que tudo bem, mas ainda monossilábica. Dei um tempo (um ou dois dias) e então fui saber como ela tava. - Você está bem? - Respirando. Isso foi super grosseiro e chato... Apenas falei "Hum. Espero que fiquei bem logo. Quando estiver bem ou quiser conversar sabe onde me encontrar". Ela visualizou e não respondeu.
Agora eu não sei o que fazer. Isso foi extremamente repentino, ela continua vendo todos os meus stories, mais do que antes até, sei lá... Não tem explicação.. A minha vontade é de mandar mensagem pra ela, te dar fazer voltar a ser o que era (e... Eu sou trouxa). Parece que há alguma outra coisa na história, porque ela é de dizer as coisas na cara se fosse algo relacionado a mim (ou até outro cara). Essa falta de informações e essa espera por "acontecer algo" teme dado altas crises de ansiedade. É tenso....
O que eu faço? Fico na minha? Falo com ela? Se sim, o que?
Obrigado pessoal.
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2020.05.30 13:30 Boy-de-Calcynha Namorei um borderline, preciso de ajuda e conselhos p superar :’(

Gente, nunca usei o reddit então peço perdão se no meu post estiver alguma coisa errada. Mas venho aqui pedir ajuda, conselhos e pra quem já viveu um relacionamento com uma pessoa que tenha borderline possa me dar um pouco de paz e conforto...
A história é um pouco grande, tenho muita coisa guardada no meu peito, então peço, encarecidamente, para que leiam com calma e tenham paciência, por favor 🙏🏼
Acredito q ter textão aqui não seja problema, afinal, vejo que aqui é um lugar pra isso... (se estiver errado me avisem)
Recentemente meu relacionamento de 2 anos com outro rapaz terminou, não por vontade minha e sim porq ele havia perdido o “amor romântico” por mim... Conheci ele no tinder, em 2018, demos match e começamos a conversar, nessa época eu já tinha superado um outro relacionamento abusivo que vivi anos antes de conhecer o meu ex-atual.
(Sou homossexual, tenho 25 anos, tive ao longo da minha vida apenas 2 namorados... o primeiro relacionamento durou 4 anos, sendo desses 4 anos 2 anos de abuso. O segundo durou 2 anos e acho que teve abuso desde o começo, mas no começo com menos intensidade por conta da paixão que um sentia pelo outro, ao todo me relacionei sexualmente com 3 pessoas e o terceiro foi apenas um ficante antes de qualquer relacionamento sério que tive...)
Bom, eu frequentei até psicóloga e fui em terapia pra poder ressignificar os abusos que sofri no meu primeiro relacionamento e me sentir bem comigo mesmo... tendo esse primeiro relacionamento superado conheci esse meu segundo ex-namorado.
E ele mentiu tudo pra mim sobre ele, mentiu a idade, a profissão, o trabalho, onde morava, com quem morava, mentiu absolutamente tudo... inclusive chegou a me enviar fotos vestido como se tivesse “trabalhando” pra sustentar a mentira dele... mas como todos já sabem, uma hora a verdade chega e em alguns casos bem mais rápido do que o normal, pois é impossível sustentar uma mentira por muito tempo...
Papo vai papo vem, ele marcou de me buscar em casa de carro, carro esse q ele dizia q era do padrasto dele, como de alguma forma eu tinha uma certa insegurança fiquei arrumado da metade pra baixo e se realmente ele viesse eu so colocava uma camisa e saíamos... acontece q ele a todo momento dizia que estava vindo, que estava chegando mas chegou um hora que começou a demorar um pouco mais além da conta...
Questionei e ele disse que estava chegando, ok, desencanei e fiquei esperando... quando ele disse que estava perto da minha casa ele me enviou uma msng dizendo que iria passar na loja do pai do padrasto dele q é um pouco perto da minha casa, depois viria me buscar... acontece que ele SU MI U. Eu fiquei super triste e preocupado porq eu acreditava que tinha levado um bolo e preocupado porq nao sabia se realmente tinha acontecido algo (inclusive quando a gente ainda estava se conhecendo ele chegou a me dar outros bolos, porq ele dizia que trabalhava mas na verdade ele nunca tinha dinheiro p nada e eu tbm tinha pouco e msm assim ñ me importava q ele ñ tivesse, eu queria a companhia dele)
Ele apareceu 6h da manha do dia seguinte, respondendo as minhas mensagens dizendo que tinha vindo p minha cidade e passado na loja do pai do padrasto dele mas que na hora da saída ele foi assaltado, roubaram notebook, celular e 200 reais dele e ele passou a manhã inteira na delegacia, mas assim gente, eu depois de uns 2 dias “fuçando” descobri que tbm foi tudo invenção dele. Cheguei a pedir foto da CNH q ele nunca teve p confirmar a idade dele, cheguei a pedir o boletim de ocorrência q ele dizia que tinha feito mas nunca aconteceu e n coisas do tipo... ele nao conseguia me provar de nenhum jeito nada das invenções que ele tinha.
Bom, gente, resumidamente eu descobri outras mentiras além dessa e como eu gostava dele, marquei de me encontrar e vomitei tudo oq eu sabia pra ele, foi quando ele começou a chorar e eu vi arrependimento nele e dei uma chance, questionei se ele teria alguma coisa psicológica como mitomania (compulsão por mentira) e ele disse que tinha sido diagnosticado com borderline, depressão e se não me engano bipolaridade mas que estava “melhor” e eu nunca tive contato com pessoas que tenham esses distúrbios ou condições (desculpa se me expressei errado aqui) e como vi q ele sentia muito oq fazia dei uma chance p ele mas cobrei tratamento psicológico pra que eu continuasse... Inclusive nao briguei com ele, disse que estava ali naquele momento p eu entender ele e não pra ele se fechar e se afastar de mim...
Sabe, gente, quando eu conheci ele a família dele tinha literalmente abandonado ele, o padrasto que ama muito ele já tinha expulsado ele de casa e ele voltou p casa da mãe em outra cidade que é junto da casa da vó por conta das mentiras e das merdas que ele fazia e as duas que sei que amam ele nunca deram abertura pra ele em nada e sempre ficaram com o pé atras em tudo, os amigos tbm eram da onça e uma vez perguntei para os amigos dele sobre as mentiras e as atitudes dele e eles me flaram coisas super tristes e que principalmente já eram indiferentes com meu ex porq teriam tentado de tuuudo mas ele nunca mudava... a família dele ñ ajuda ele com quase nada e eu fui um puta pilar, apoio e companheiro com ele...
Ele já tentou suicídio 2x ou 3x, antes de me conhecer, se cortando e sangrando muito, tomando muitos remédios e tendo overdose (inclusive ele me contou esse episódio e chorei muito porq ele msm teve que ligar pra ambulância pra ser socorrido porq a família dele ja nao acreditava mais nele)
Apesar de um certo ciumes, que eu achava natural até certo ponto, o começo do nosso relacionamento foi super bom, ele era super afetuoso, super carinhoso, gostava de me agradar de n maneiras possíveis, porém com o passar do tempo fui notando comportamento abusivos e manipulação, ele tirava o celular da minha mão de qualquer jeito se a tela do meu celular simplesmente acendesse... ele ñ gostava que eu fosse pro barzinho do lado da minha faculdade tomar uma cervejinha com as minhas amigas e ir embora (coisa que eu já fazia a tanto tempo com elas) tinha ciúmes das minhas amizades, se qualquer amigo homem mandasse msng pra mim ele endoidava, ele entrou tanto na minha mente q fez eu parar de flar com os meus amigos, fez eu brigar com essas duas amigas minhas q sempre gostavam muito de mim, ele sabia que eu fazia faculdade e mandava msng o tempo inteiro perguntando oq eu estava fazendo e porq nao estava falando com ele, inclusive ele sabia meu horário de intervalo e mandava msng pra mim cobrando atenção e me questionando oq estaria fazendo já que nao estava fazendo nada porq era intervalo, eu sempre gostei de cuidar muito do meu corpo e amo fazer academia, ia todos os dias de manhã e ele sempre me mandava msng perguntando oq eu estava fazendo q era pra eu me ligar q ele tava de olho em mim e insinuando q eu poderia querer ficar com outros cara, ele queria que eu ficasse o tempo inteiro com ele e inclusive parei a academia, meu desempenho na faculdade tbm caiu e n coisas do tipo...
Sempre que a gente brigava ou discutia (o que era meio rotineiro) ele me dizia que sentia vontade de se cortar e muita vontade de se machucar mas eu não deixava ele fazer isso, sempre acalmava ele, depois de eu me envolver tanto com ele, ouvia ele dizer pra mim que eu nunca iria encontrar alguém q fizesse tudo oq ele fazia por mim, ele invertia muito os valores das coisas e sempre de alguma forma, por mais que eu estivesse certo, ele me fazia me sentir ruim e culpado pelas coisas.
O humor dele oscilava muito, ele sempre me dizia que estava angustiado, ou triste e com uma sensação de vazio muito grande... eu tentava ajudar de todos os jeitos que eu podia, incentivei ele a procurar um emprego porq ele só dormia... levantava ele quando ele se sentia triste, fazia literalmente de tudo pra ver ele bem... inclusive trouxe ele p perto dos meus amigos pra ele enxergar uma outra coisa do que eram as amizades dele, meus amigos no começo abraçaram ele e tiveram peito aberto com ele, mas ele acabou mentindo diversas vezes p meus amigos e brigado com eles por n coisas q ele inventava na cabeça dele... sempre ele surgia com um probleminha com os outros, desavenças...
No começo, quando estávamos ficando serio e eu acreditava nas coisas q ele dizia pra mim, a gente marcava de sair e ir pra casa dele pra ficarmos juntos e sempre que a gente se encontrava ele dizia que tinha perdido o dinheiro de alguma forma... depois quando era pra gente ir pra casa dele, ele inventava que sempre estava muito mal e como ñ tinha plano de saude íamos parar no UPA e eu ficava com ele, entravamos as 21h e saiamos sempre de madrugada, gente sempre tinha alguma coisa e pra gente ñ ir pra casa dele e se eu não pagasse um motel pra gente ficar, ficariamos na rua...
Gente, minha cabeça da uma bagunça, eu tento lembrar das ordens cronológicas das coisas mas foram muuuitas coisas, eu começo falando sobre algo ai acabo flando de outro e depois lembro de algo antes...
Mas assim, eu sentia que tinha conhecido o amor da minha vida e ele fez eu acreditar no pra sempre... só que quando chegou a quarentena nós tivemos q ficar um pouco separados e ele me culpou muito sobre isso, ele mora a uns 3 cidades de mim e pra eu chegar na casa dele preciso pegar 4 condução (apesar de ser 4 condução nao é longe... é mais porq eu moro numa ilha, guarujá, Baixada Santista)
E ele dizia que eu tinha que ir pra casa dele de qualquer jeito e que se eu me recusasse ate o final da quarentena nós nao estaríamos mais juntos
Eu acabei descobrindo numa madrugada q ele nao estava na casa dele e sim em outro endereço, ate hj eu nao sei a verdade, nao sei oq ele estava fazendo ali e minha intuição diz q ele me traiu... ele dizia que nao, que estava em casa o tempo inteiro e me mandou uma foto p me mostrar que estava em casa, na foto ele tava com camisa de sair, colarzinho de prata, tinha desenhado a barba, enfim.... eu terminei e ele me bloqueou fiquei “bem” por uns dias mas depois comecei a chorar muito por saudade
Ele ficou sabendo de umas coisas q postei no meu instagram e me desbloqueou, começou a me dar sermão e o tempo inteiro ele flava sobre a imagem q ele poderia passar... ai ele pediu pra gente esquecer tudo oq aconteceu e recomeçar, mas ele já tava muito confuso com tudo, eu consegui apagar tudo oq ele me fez de mal e ele fez muita coisa mas ele nao conseguiu fazer a parte dele, ele me culpa por tudo e o pior é q eu me sinto culpado
Gente, vou parar porq aqui porq ja falei demais e ao mesmo tempo eu sinto q ñ consegui falar nada... eu voltei pra psicologa mas to muito angustiado, hj tenho uma autoimagem péssima sobre mim
Meu ex não reconhece que tem borderline, ele me deixo meio maluco tbm, ele nao busca tratamento e nem quer... nao tenho dormido direito, nem comido e nem nada
Eu queria poder entender e sentir que nao sou o culpado de tudo... eu espero que vcs entendam um pouco do que eu pude contar... ps sobre tudo isso q eu pude contar, ele nao se sente arrependido de nada, é como se ele nao tivesse empatia...
Por favor, algum conselho? 🥺
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2020.05.06 10:51 capivara_raivosa Corno todo mundo é, e quem não for ainda vai ser

Namoro há 5 anos a mulher da minha vida - vou chamá-la de V. Em tempos de quarentena, como ela está trabalhando em escala e eu moro com o meu pai, que faz parte do grupo de risco, estamos nos encontrando em escala também - de acordo com a última exposição.
Segunda-feira, V apareceu aqui em casa do nada, antes do combinado. Soube de cara que tinha algo errado. Depois de tomar banho, ela sentou, já chorando, e proferiu as palavras que eu mais temia: "eu te traí." Fiquei completamente sem chão, inundado por uma combinação de tristeza, incredulidade, raiva e, principalmente, decepção.
E não foi "apenas" uma vez. Fui traído com 2 caras do trabalho dela - vou chamá-los de B1 e B2. O gatilho pra confissão foi a esposa do B2 ter descoberto. V ficou com medo da mulher entrar em contato comigo.
Os relatos a seguir são a partir do que ela me contou. Com o B1, aconteceu no começo do ano passado ainda, enquanto eu estava fora a trabalho. Tudo se desenvolveu lentamente, com apenas carinhos. Estava confusa e culpada, mas acabaram ficando algumas vezes. Não rolou nada além de beijo, porque ambos estavam traindo e se sentindo terríveis por isso. B1 saiu da empresa e o caso morreu nisso aí.
Na época, ela tentou me contar assim que eu voltei de viagem, mas não teve coragem. Enquanto chorava copiosamente e repetia que não me merecia, acabou falando que encontrou um ex namorado enquanto eu estava fora, porque estava em dúvidas quanto ao nosso relacionamento e precisava conversar com alguém. Eu fiquei chateado e estranhei bastante essa reação toda por apenas ter saído para conversar, mas confiei e ficou tudo bem aparentemente.
Com o B2, foi bastante recente. Não passou dessa fase de carinhos e ela já tentou cortar, porém o cara está apaixonado - palavras do próprio - e fazendo de tudo pra continuar. Enfim, não rolou sexo com nenhum dos 2. Quero acreditar nisso, mas não sei se consigo - sinceramente, não sei se faria diferença também. Sei que pode parecer besteira isso de "carinho", mas envolve atos como abraços com mão boba e, pelo que entendi, rolou soft sexting também.
O pior de tudo é que eu não consigo compreender o motivo da traição. Para a V, foi tudo puramente questão de ego, só que ela também aparenta estar confusa. Nosso relacionamento sempre foi repleto de amor, de parceria e de construção. Antes dessa maldita confissão, pela primeira vez na vida, eu tinha certeza do meu caminho. Agora, parece que nada mais faz sentido. To ficando maluco tentando encontrar um motivo pra me culpar.
A V quer continuar o namoro e diz estar disposta a fazer de tudo para dar certo - inclusive vai conversar com uma psicóloga hoje e começar terapia. Não sei o que fazer. Eu quero perdoá-la, mas, ao mesmo tempo, tenho dúvidas se manter o relacionamento vai me fazer bem. Por diversos fatores externos, eu sempre fui muito inseguro. Imagina a loucura que vai ser até conseguir confiar nela novamente - se é que isso algum dia vai acontecer...
A princípio, minha posição é de que eu não tenho como dar uma resposta definitiva no momento, mas que a gente pode tentar. Quando consigo brevemente fugir do turbilhão de emoções que está na minha cabeça e tudo parece normal como antes, eu me sinto culpado, trouxa, achando que to passando pano pra situação e que vai acontecer de novo se tudo se resolver fácil demais.
Foda que até escrevendo este texto eu percebo que estou a preservando quando é um momento pra pensar mais em mim. Não quero terminar. Gostaria de pedir a ajuda de amigos, mas sei que a visão que eles possuem dela nunca mais seria a mesma, então estou escrevendo textão prolixo com throwaway para desabafar. Qualquer experiência que vocês possam compartilhar vai ser de grande ajuda.
TL;DR: Fui traído, quero perdoá-la, mas não sei é a melhor opção para mim.
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Edit: Agradeço por todos os conselhos e mensagens de força, de coração. Estou tentando responder todo mundo que comentou. Como alguns deram conselhos similares, repeti trechos de algumas respostas.
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2020.01.04 21:39 JuniorCarmo Preciso de ajuda psicológica sobre relacionamento.

Vou contar a minha história e a quem interessar eu gostaria de alguma opinião sobre o assunto. Talvez fique grande mas espero que leiam.
Tudo começou no 2° ano do ensino médio quando nos primeiros dias de aula eu conheci a minha futura namorada. Vivemos quase 5 anos juntos e nos finalmentes do relacionamento até moramos juntos com o meu pai.
Eu amo muito ela e ela sempre me amou muito! Ela sempre correu atras de mim quando havia alguma briga e vendo como foi o meu relacionamento com ela, vi que nunca dei tanto valor assim. Geralmente só se dá valor quando se perde, não é mesmo?
Com mais ou menos 2 anos de relacionamento e algumas brigas infantis de um casal jovem de apenas 18 anos de idade, nós tivemos a primeira briga séria onde nos separamos por mais ou menos um mês. Antes de se separar, nós sempre saíamos nos finais de semana com alguns amigos meu, e teve um em especial, que íamos na casa dele, no quarto dele, esperar ele se arrumar para podermos sair ( Eu, minha namorada e um amigo ). Nós íamos no cinema, pastelarias e afins, apenas para dar umas voltas e etc. Quando eu e minha namorada nos separamos por mais ou menos 1 mês, resolvi tentar voltar com o nosso relacionamento, foi quando ela me contou que havia saído com ele e ficado com ele uma vez. Ele era meu amigo a mais de 10 anos! Nesse meio tempo que eu fiquei separado, também saí com uma amiga minha, fiquei algumas vezes mas optei por voltar com o meu relacionamento. Ela aceitou voltar comigo, pedi que ela bloqueasse esse amigo com quem ela ficou, com medo de que continuassem conversando e etc. E ela pediu que eu bloqueasse a menina com quem eu fiquei e tentamos seguir a nossa vida.
Depois de um tempo morando junto com a minha namorada e com algumas brigas infantis, brigamos sério novamente e nos separamos de novo por mais de um mês e ela saiu da minha casa e voltou pra casa da mãe dela. Como nós morávamos com o meu pai junto, sempre tivemos muito conflito, ela nunca gostou do meu pai e creio eu que ele foi 50% do stress do nosso relacionamento. Após mais ou menos 1 mês separado, eu novamente tentei voltar com ela e bomba! Descobri que ela estava namorando com aquele mesmo "amigo" meu de 10 anos atras, e que haviam conversado a mais ou menos 2 anos atras.
Fiz de tudo para tentar voltar, eu tentei conversar com ela de todas as formas, segui ela quando vi ela andando de carro, fui na casa dela de madrugada enquanto ela dormia para tentar conversar, me humilhei, me cortei, tomei mais de 30 remédios e quase me joguei de moto na frente de alguns caminhões na estrada. Foi uma depressão terrível. E não teve jeito, ela vai continuar com ele.
Acredito que ela não sofreu com o nosso término de relacionamento, foram quase 5 anos junto, eu tive MUITO apego emocional e não consigo acreditar como ela foi capaz de ficar com ele em tão pouco tempo. Descobri que ela já havia chamado ele novamente 1 semana após o término comigo. Não sei se ela está fazendo de propósito para tentar me machucar, se está tentando me esquecer dessa forma. O que ela fez comigo é imperdoável, falta de respeito total e falta de consideração comigo.
Nas vezes que eu tentei cometer suicídio, cortando os pulsos, tomando remédio e quando eu havia dito que ia me jogar na frente de um caminhão, ela fazia questão de vir pessoalmente falar comigo e falava que não era pra fazer isso e etc. Ela disse que se importa muito comigo e me quer bem, mas eu não consigo entender porque ela ficou com outro cara tão rápido, porque jogar no lixo quase 5 anos tão rápido e tão fria.
Já tive uma consulta com um psicólogo no seu consultório, porém, ainda não estou bem, preciso esperar para ter a próxima consulta, por isso vim até o reddit pedir a opinião de psicólogos e de pessoas que já tiveram experiencia com isso. Eu amo muito ela, todos os dias eu penso muito nela. Ela já me bloqueou de todas as redes sociais, portando não consigo stalkear, por mais que isso vá me machucar muito, eu tenho vontade!!! Eu acredito que estou com depressão. Eu não consigo dormir a noite, se eu acordar no meio da madrugada, fico pensando nela de forma involuntária e não consigo mais dormir, fico pensando em toda a intimidade que eu tinha com ela, e agora outro homem fazendo o que eu fazia com ela. Imagino ela fazendo sexo com o cara, só fico com pensamento ruim e meus dias estão sendo longos e terríveis. Eu sinto um vazio ENORME no peito, um gelo. Eu não consigo comer e nem tomar água, realmente não sinto fome, porém, eu tento empurrar comida e água. Parece que meu estomago diminuiu.

Alguém que já passou por isso tem alguma dica mágica que ninguém fala? Algum conselho? estou sofrendo muito, e sofro muito mais sabendo que ela não sofreu com isso. sabendo que ela já tem outro e eu estou aqui, afundado no limbo do sofrimento. Obrigado quem leu tudo.
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2019.10.29 00:46 acimy uma relação bem cagada memo

Eu e minha mãe nunca tivemos proximidade ent smp foi alg meio superficial. O problema q mais me incomodava era q smp dps de um relacionamento ela entrava em outro ent eu nunca ficava só com ela saka; dps q meus pais se separaram ela se casou dnv, moramos em outra cidade, dps voltamos (ainda morando c ele) e o relacionamento n tava fluindo, tava uma coisa desgastada (eu nunca fui mto c a cara dele, talvez ciumes) e ela desabafava cmg e c minha avó sq é o seguinte ela desabafa p nada pq a gnt se desgasta d dar conselho e ela faz oq quer na hora ent é mto fds; ela simplesmente jogava os problemas em mim e minha avó, nós ficavamos cheias dql e das discussões, sq no fim ela fazia oq qria e smp dava merda e voltava a reclamar. O casamento com tal meliante acabou e ela arranjou um namorado. Pior coisa do mundo, na minha humilde opiniao. Ela se envolveu 1001% no relacionamento, parece q esse ano eu fiquei meio ausente de mãe: ela viajou umas 12 vezes c ele e nenhuma cmg, saiu mto pouco cmg (se foi mto foi 2 vezes), me leva no medico se eu tiver morrendo na frente dela, toda vez q discutimos ela joga toda a culpa da nossa relacao n ta dando certo em mim c argumentos q nem validos sao (no passado eu era mto indisposta sim por causa d problemas cm depressao e ela nunca quis entender isso e vive falando q eu n qria sair c ela), n existe mais fim d semana c ela so c o namorado, eu n sou fã desse namorado e ele parece q tbm n me curte e me quer longe, ambos n curtem a familia e eu creio q ele fez a cabeca dela dq familia eh "peso" ent ela se afastou de literalmente td mundo (pq eles acham mto lindo se afastar da familia). Eu e minha avó estamos cheias, chateadas c td isso pq ela só conversa conosco p pedir favor, p desabafar ou p brigar (pq eu fico cheia e minha avó tbm e acaba rolando discussão). De verdade, eu n qro ser ingrata e sei q ela qm cuidou d mim no passado, q me deu a luz, q sustenta um lar p nos; mas ela é mto ausente no sentido sentimental. Não é mto carinhosa e eu smp tentei ser c ela, perdi meu lado carinhoso pq ela rejeitava meus carinhos. Toda vez q discutimos é IMPOSSÍVEL dialogar, pq ela fala em cima d mim, acha q ta certa smp pq ela é minha mae e é justificavel, joga na minha cara coisa q n tem nd a ver. Esses dias a gnt discutiu pq eu IMPLOREI p ela me levar no psicólogo, porra eu tenho q implorar p minha mae me levar no medico? Meu pai ta sendo mais pai e mae dq ela. De vdd, eu n tenho confiança em contar oq ta acontecendo pq ela fala cm se td fosse mto simples e eu to fznd drama; cm eu desabafo c algm assim??? Dps age cm se nd tivesse acontecido. Agora mesmo, discutimos por esse motivo e ela reverteu a situacao colocando a culpa em mim pq eu sou arrogante conversando c ela. Eu to mto puta e eu acabo sendo ironica, debochada e arrogante pq ela faz td isso e dps finge q nd acontece e vem jogar a culpa p cima d mim. D vdd eu to mto cansada disso td, msm. (desculpa os erros to c uma puta preguica de consertar)
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2019.06.23 23:56 d3rr1c53xpl0r3r Como tudo aconteceu (Na minha Cabeça)

Depois de ter ouvido todos os 24 episódios do Caso Evandro é impossível não formar uma narrativa própria na sua cabeça. Ao longo desses 24 episódios você transita entre a culpabilidade e inocência dos sete acusados. Impossível não, já que num caso tão conturbado quanto esse e com tantas variáveis fica difícil acreditar 100% em qualquer depoimento ou confissão. Pensei em esperar que todos os episódios saíssem antes de fazer esse post, mas aí lembrei que o Ivan mencionou que dará o seu parecer pessoal de como acha que as coisas aconteceram. Então para que não haja “Depois de ter ouvido fica fácil falar”, eu vou postar agora. Até para que eu não me influencie pela versão dele. Caso nos próximos episódios alguma coisa bombástica venha à tona e mude a minha opinião, eu irei colocar edits na minha postagem.
Só para que vocês entendam um pouco sobre mim venho de uma família umbandista e cresci entremeio sessões espiritas em casa, centros de umbanda e candomblé e “presenciei” sacrifícios de animais (Por ser pequeno na época, nunca me deixaram ver o ato, mas via o resultado nos dias seguintes. Como já ficou claro, as vísceras têm que ficar no alguidar por 3 dias antes de serem descartadas em água corrente, ou levadas a uma encruzilhada). Meu avô (Já falecido) era pai de santo e minha tia filha de santo e atendíamos apenas família e vizinhos próximos. Nunca tivemos um centro propriamente dito. E como isso já faz bastante tempo, obviamente algumas coisas me somem à memoria então fui pesquisar mais sobre o assunto.
Antes que eu comece, até para que vocês entendam um pouco melhor sobre as religiões Afro-Brasileiras, existem VÁRIAS vertentes. Sabe aquela coisa de brasileiro “gourmetizar” as coisas? (isso será importante na minha versão da história) Pois bem, com essas religiões não é diferente. Primariamente vieram da África com seus escravos TRÊS religiões, a Umbanda, a Quimbanda (ou Kimbanda) e o Candomblé. Sendo a umbanda e a quimbanda cultos semelhantes. Na “Umbanda Branca” temos o trivial de sessões espiritas, atendimento aos consulentes e o famoso passe (Algo apenas para dar uma paz de espirito a quem precisa, limpeza de aura e etc.) e oferendas à Yemanjá, Oxalá, Xangô, Ogum, Oxossi, Iori, Iorimá, que são as 7 linhas da umbanda. Na “Umbanda Negra” ou Quimbanda também há 7 linhas, todas chefiadas (encabeçadas) por diferentes Exus, que esses por sua vez em troca de sua sabedoria e conhecimento de outros Exus da gira (networking) pedem oferendas mais “caras”, oferendas de sacrifício de sangue. Dependendo do que lhes é pedido os tipos de oferenda variam desde uma simples galinha até humanos. Na África até hoje esses sacrifícios acontecem segundo o que pude encontrar (Não sei se é verdade). Eu poderia fazer um post apenas sobre isso, pois é uma assunto MUITO extenso e complexo. Pois bem, abaixo vocês podem conferir a minha versão do acontecido. Algumas coisas apenas os envolvidos sabem e ninguém NUNCA saberá a verdade.
Chega em Guaratuba no começo de Janeiro de 1992, o “Pai-de-Santo” e jogador de Búzios Osvaldo Marceneiro com sua então namorada Andrea Barros e os mesmos tentam estabelecer negócio na feira de artesanato no centro da cidade. Antes que os outros integrantes da feira se opusessem a permanecia de Osvaldo na feira, o mesmo conhece Beatriz Abagge que como declarou varias vezes gostava de misticismo e coisas do gênero. Após algumas leituras de Búzios os dois se tornaram próximos e assim começaram um relacionamento de amizade. Beatriz por sua vez leva seus pais a uma consulta em 29 de Janeiro de 1992.
Osvaldo por morar no imóvel de Carmelita Cristofolini, ficou sabendo do terreiro da Mae Hortência o qual Beatriz Abbage também frequentava. Carona vai e carona vem, já que Osvaldo não tinha carro (como declarou), os dois vão ficando cada vez mais próximos. Beatriz Abagge recém separada de seu noivo, estava obviamente em busca de respostas e um direcionamento em sua vida e recorreu a ajuda de Osvaldo nos búzios (Aquela coisa de mulher, “será que ele vai voltar”, “será que ele ainda gosta de mim” e etc.). Contundo Osvaldo oferece não apenas o consolo espiritual, mas também um consolo emocional e o que era amizade acaba se tornando um affair. Aí pronto, isso é o suficiente para que Beatriz comece mover montanhas por Osvaldo. Logo após isso os outros integrantes da feira de artesanato começam uma movimentação para que Osvaldo e Andrea sejam removidos da feira e com o apoio de Beatriz, Osvaldo vai à prefeitura de Guaratuba para pedir ao Prefeito Aldo Abagge que o conceda um alvará de funcionamento na Feira. Com isso Osvaldo conhece Davi Dos Santos Soares que era o Vice-Presidente do conselho dos artesãos e esses se tornam amigos. (Não sei ao certo, ou não me lembro de onde Vicente de Paula e Osvaldo se conhecem ou quando se conhecem). Pois bem, Osvaldo consegue a permissão para permanecer na feira lendo os seus Búzios.
Osvaldo, um jovem que na verdade era FILHO-de-Santo precisa se “firmar” para conseguir se tornar um Pai-de-santo propriamente dito e abrir o próprio Terreiro em Guaratuba com a ajuda de Beatriz Abagge. Osvaldo foi vulgarmente chamado de “pai-de-santo” por todos por ignorância dos que não conhecem como a religião de fato funciona. Só é considerado “Pai-de-Santo” quem tem um terreiro e passa por uma iniciação feita por um outro Pai-de-Santo que tem um terreiro em funcionamento. No caso da região de Guaratuba já existia um terreiro, o da Mãe Hortência, e por motivos não sabidos talvez a Mae Hortência não quis iniciar Osvaldo (O que já é um red flag). Pois bem, Osvaldo ambicioso e com sede de se estabelecer de vez em Guaratuba pois agora estava apaixonado por Beatriz vai atrás de informações para fazer a sua própria iniciação como Pai-de-Santo na umbanda. Entendam, para que alguém se torne Pai-de-Santo, o mesmo deve possuir amplo conhecimento sobre a religião, linhas de trabalhos, tipos de espirito, como proceder no caso de algo dar errado numa sessão, e principalmente, o quão forte o “cavalo” é, se aguenta a pressão imposta pelos espíritos. (Algo que não mencionei no texto acima sobre as religiões, é que Umbanda e Quimbanda se entrelaçam de uma maneira homogenia. Quem segue uma acaba seguindo a outra indiretamente, já que as duas juntas são o ponto de equilíbrio. Sendo uma sempre contraria à outra.).
Já envolvido com Vicente de Paula e Davi dos Santos Soares, Osvaldo começa a busca de sua primeira oferenda. Oferenda essa para se auto iniciar como Pai-de-Santo. Com isto, o menino Leandro Bossi desaparece em 15 de Fevereiro de 1992. Não temos detalhes sobre esse acontecido pois como tudo consta o menino Leandro continua “desaparecido”. Há “informações” de que o corpo havia sido descartado no mesmo rio onde o saco com partes de Evandro seriam encontrados mais adiante, porem nada de concreto foi constatado. Vale ressaltar que não acredito que Beatriz e Celina estejam envolvidas nesse desaparecimento, inclusive acho que Beatriz na época do ocorrido em Fevereiro não ficou sabendo que havia sido Osvaldo o responsável por isso, pois ate então os dois não eram tão próximos assim e obviamente Osvaldo não queria assustá-la. Pois entendam, somente quem segue a religião e a estuda, entende a razão do sacrifício e não encara isso como um crime, pois o está fazendo por suas crenças e o vê como necessário para obter o que almeja. (Não estou de maneira nenhuma defendendo a prática, e de fato apesar da religião requerer tais sacrifícios os mesmos não deverão ser praticados pois envolve o assassinato cruel de um semelhante. Aqui sem dúvida entra a linha tênue entre a crença e a moral do ser humano)
O menino Leandro continua desaparecido e ninguém tem pistas, apenas o relato de Diógenes de ter visto Leandro na garupa da moto com Osvaldo (?). Portanto esse acontecido segue em paralelo enquanto as vidas dos 7 acusados continuam e tudo está maravilhoso. Osvaldo, De Paula e Davi estava certos que nunca ninguém descobriria o que aconteceu, como de fato não descobriram, pois, o retrato do Menino Leandro Bossi continua na pagina do SECRIDE na seção de crianças desaparecidas, ou seja, não falecidas. Portanto não há materialidade para se constatar que um homicídio ocorreu.
Passam-se então quase dois meses até que cheguemos ao desaparecimento do menino Evandro Ramos Caetano. Nesses dois meses, na minha cabeça entendo que muitas coisas aconteceram, principalmente entre Beatriz Abagge e Osvaldo Marceneiro. Os dois com certeza se tornaram ainda mais próximos, porem Osvaldo tinha Andrea, a qual já suspeitava do affair entre os dois. Daí vem os relatos de ciúmes excessivo de Osvaldo e de possíveis agressões. Só quem trairia (ou trai), acha que está sendo traído. Pensem, o affair de Osvaldo e Beatriz jamais poderia vir à tona, por várias razões. Primeiro, Osvaldo era juntado com Andrea que veio com ele pra Guaratuba, ela talvez não tivesse pra onde ir caso os dois se separassem e por esse motivo Osvaldo talvez se sentisse responsável por ela, já que a mesma o acompanhou ate Guaratuba. Segundo, Beatriz era filha do prefeito e da poderosa Família Abagge, e não poderia ser vista com tendo um caso com um “Pai-de-Santo”. Isso iria colocar em xeque a credibilidade da família perante a política local e até mesmo estadual. Sem mencionar que na cidade o mesmo já era visto com maus olhos pelos artesãos e obviamente pelo eleitorado católico, predominante em cidades do interior brasileiro, incluindo Celina Abbage.
Porém, sabem como é não é verdade? Basta apenas que uma dádiva seja concedida para que o descrente se torne crente. Nesses dois meses Osvaldo dever ter feito alguma previsão que se tornou realidade, ou fez algum trabalho (Oferenda) para Beatriz que se provou frutífero e a mesma juntada de seus sentimentos por Osvaldo mergulhou de cabeça na idéia. Nesse interim Beatriz começou um trabalho de convencimento com seus pais com prováveis “Tá vendo, não disse que ele é serio” ou “Desde que o Osvaldo começou a fazer trabalhos nossa vida tem melhorado, estamos abrindo o Centro pra cuidar das crianças, você esta trazendo o partido pra cidade, vai Lançar a Denise como candidata e etc.” ou coisas do tipo. O que não sabíamos no começo do podcast mas ficou claro nos últimos episódios é que Celina era extremamente arrogante, ambiciosa e sedenta por poder. Logo, ao ver que as coisas estavam andando na vida da família atribuiu tudo (por influencia de Beatriz) à Osvaldo, esquecendo assim o seu catolicismo e se convertendo ao “Osvaldicismo”.
Osvaldo, sabendo que sua influência na família Abagge havia aumentado consideravelmente em poucos meses propõe à beatriz que abrissem um centro de Umbanda junto com De Paula e Davi que já estavam próximos ao “casal” nesta época. O único problema é em que cidades pequenas, notícias envolvendo a família do prefeito correm rápido. Logo ficou sabido que Beatriz estava envolvida na abertura de um centro de umbanda com Osvaldo. O que fez com que a mesma, até por pedido de seu próprio pai deixasse a idéia de lado pois não seria bom por motivos políticos. Enfim, com algumas coisas indo bem pra família Abagge atribuídas à Osvaldo faltavam as coisas principais serem “consertadas”. A serraria que não andava muito bem das pernas (e da onde provavelmente vinha o sustento de toda a família, já que pelo que dá a entender Beatriz, suas irmãs e sua mãe não tinham renda alguma ainda que estavam envolvidas em projetos aqui e acolá) e a força política que Aldo e Celina tanto queriam e que estava sendo ameaçada por Diógenes (com seus panfletos) e pelo outro candidato da oposição (o qual não me recordo o nome).
A família Abagge convencida de que Osvaldo tinha o poder de interceder por eles e ajudar a família a sair dos problemas políticos e financeiros que os afligiam pedem ajuda à Osvaldo. Agora lembrem-se de que Osvaldo não tinha nenhuma outra ocupação a não ser jogar búzios e ser “Pai-de-Santo”. Depois de meses de consultas com a população de Guaratuba e seu envolvimento com Beatriz, Osvaldo vê neste apelo a chance de fazer um pé de meia. Neste momento Osvaldo descreve à Beatriz o que deveria ser feito, quanto custaria e quem participaria. Acredito que Beatriz ao ouvir o que deveria ser feito deve ter se assustado e não deve ter concordado de primeira, porem Osvaldo lhe diz que é a única maneira de conseguir tais benefícios. Depois de conversa com sua família Beatriz e Celina decidem proceder com as orientações de Osvaldo. Começa então a segunda caçada ao próximo menino que teria de ser sacrificado. Entra aqui agora a parte da “Gourmetização” da religião. Osvaldo por conveniência ou não, não posso afirmar, envolveu o número 7 neste trabalho. Pois lembrem-se, há de fato 7 linhas de trabalho nas religiões afro-brasileiras. Coincidência ou não, neste caso acredito que não. Osvaldo, além de ter 7 letras, é um nome o qual a soma de suas letras pela numerologia também é 7. Evandro, além de ter 7 letras, também soma o número 7 quando usamos a numerologia. E o suposto ritual acontece no dia 7 de Abril 1992. Neste caso, não acredito que sejam apenas coincidências, pois são muitas. É aquele velho ditado, onde há fumaça há fogo. São muitas coincidências juntas, porém vamos chegar nessa parte quando falarmos sobre as torturas.
Após a aceitação da proposta de Osvaldo, a família Abagge, começa a premeditação do ritual. Se o que falei sobre o número 7 no parágrafo acima confere, então Evandro se torna um alvo. Pois lembrem-se, para que o menino escolhido se encaixasse nos parâmetros, eles deveriam saber o nome do garoto, não poderia ser qualquer garoto. Então assim, as Abagge começam a pensar nos meninos os quais elas sabiam o nome e que poderiam se encaixar no pedido de Osvaldo. Os pais de Evandro estavam diretamente ligados à prefeitura, sendo sua mãe Maria trabalhando na Escola onde Evandro frequentava e o seu Pai Ademir na prefeitura. Logo, a família Abagge conhecia a família Ramos Caetano muito bem, e sabia o nome de seus filhos. Por um infortúnio Evandro se encaixava perfeitamente. Agora, colocando de lado o simbolismo do número 7, Evandro só estava na hora errada no lugar errado e fui abduzido pois era um menino. Pensem, proveniente de uma família humilde, os Ramos Caetano jamais pensariam que a família Abagge, a mais poderosa de Guaratuba faria uma coisa dessas. Mas sabe aquele negócio de é tão óbvio que ninguém nunca suspeitará? Pois então, mas o que eles não esperavam é que Diógenes estaria à espreita aguardando um passo em falso para que ele atacasse.
Eis que no dia 6 de Abril de 1992 por volta de 9:30 da manhã por um acaso (ou não, pois acredito que o menino Evandro não fazia aquele trajeto todos os dias naquele mesmo horário. Naquele dia ele não havia tomado café (ou esquecido o mini-game) e foi até em casa buscar na hora do recreio) enquanto passando pelas redondezas da casa dos Ramos Caetano, as Abagge avistam o menino Evandro indo pra casa e o seduzem com balas para dentro do carro. Voltando à simbologia do numero 7, lembrem-se de que o ritual seria feito no dia 7, logo elas deveriam ter o menino um ou dois dias antes apenas, pois o mesmo deveria estar vivo no momento do sacrifício e não teriam onde deixar o menino por um longo período de tempo caso o tivessem raptado por muito tempo antes de poder fazer o ritual.
Vale voltar um pouco no tempo para mencionar o relato de Diógenes dizendo que Osvaldo havia espalhado pela cidade que uma grande tragédia iria acontecer e iria virar a cidade de pernas pro ar. Aqui é a parte onde ele mesmo começa a entregar a corda pra que fosse enforcado mais adiante. Sabendo do ritual que aconteceria, já que as Abagge haviam concordado, Osvaldo viu aí a oportunidade de se tornar “famoso” pois ele haveria previsto um acontecimento antes que o mesmo houvesse ocorrido, OU, o mesmo de fato viu nos búzios que algo viraria a cidade de pernas pro ar, mas não sabia que ele estaria envolvido. Afinal, ninguém comete um crime esperando ser pego, certo?
Depois do rapto do menino Evandro no dia 6 começam os preparativos para o ritual no dia seguinte, dia 7. Airton Bardelli, já envolvido com Osvaldo por intermédio de Beatriz recebe a ordem de que no dia seguinte todos da serraria deveriam ser dispensados mais cedo às 6 horas da tarde, para que o trabalho pudesse acontecer às 7 (?). Aqui fica a minha duvida, e eu não sei responder essa questão de como Bardelli e Cristofolini entram no ritual. Será que apenas para composição de quórum, já que Osvaldo disse que precisariam de 7 pessoas? Osvaldo pediu à Cristofollini, seu então vizinho para que apenas os ajudasse compondo o grupo, e a mesma coisa à Bardelli por parte de Beatriz já que Bardelli estaria na Serraria e seria responsável pelos funcionários não estarem lá? Isso é uma das coisas que jamais saberemos. Porém, não acredito na parte que a serraria ficou fechada uma semana para que eles pudessem limpar o local e etc., qualquer idiota colocaria um pedaço grande de lona ou plástico para forrar o chão e não ter que lavar ou limpar o sangue depois. Se eles não o fizeram assim, foram burros – fica a dica pra próxima rs.
O Ritual acontece de acordo como relatado, onde o menino Evandro é oferecido em forma de sacrifício para um Exu (Não para o Diabo, não para Satã, não para nada disso). Acreditem ou não, mas Exus em sua grande maioria não são espíritos maus, são apenas mensageiros entre o mundo dos vivos e dos mortos os quais cobram pelos seus serviços (em forma de oferendas). Contudo, há também Exus de má índole, que são espíritos não evoluídos e que agem pelo lado errado da gira. Qual o Exu ao qual o menino Evandro foi oferecido, nunca saberemos. Após o ritual ser terminado os 7 deixam a serraria e Beatriz e Celina voltam pra casa, e Celina vai à tal festa com Aldo. Osvaldo, De Paula, Davi, Bardelli e Cristofolini se dirigem às suas casas. Aqui fica aquela confusão sobre o dia 6 ou dia 7, bar da dobradinha, jantar na casa de Antonio Costa. E também onde Andrea desmente o álibi de todos, pois diz ter visto Osvaldo e De Paula saindo com roupa de trabalho e sendo buscado por Beatriz. Mais um indício de que Osvaldo e Beatriz estavam tendo um affair o qual Andrea já sabia e por vingança não encobriu o seu namorado.
Voltando ao dia 6, após o desaparecimento de Evandro, sua família obviamente estava recorrendo a qualquer tipo de ajuda. Nisso chega a notícia no terreiro da mãe Hortência por meio de Davina de que o menino havia sumido e a família estava pedindo que pessoas se dirigissem à casa da família para orações. Não obstante, Vicente de Paula vai à casa dos Ramos Caetano e recebe a entidade que se propõe a ajudar porem não quer fazer naquele momento pois o “cavalo” não está com a roupa adequada. A entidade pede que o mesmo coloque sua roupa enquanto vai na “gira” ver se consegue achar o menino e que depois voltaria. Acho que é aqui que o resto está na casa de Antonio costa jantando após a sessão no terreiro. Depois do jantar quem vai ajudar na busca é Osvaldo com Davi dos Santos (que não é o “Cheiro” rs) junto com Davina e seu marido Mario. Quando a entidade pede que seja levada a uma rua que tenha palmeiras Osvaldo sinaliza que sentiu uma presença forte no final da rua perto do mato. Aqui na minha opinião, Osvaldo entrega mais um pouquinho de corda para ser enforcado na tentativa de fazer o seu nome como Pai-de-Santo. Depois da profecia de que haveria uma tragédia na cidade ele deve ter achado por bem profetizar a presença do menino naquela região pois já havia planos de desová-lo lá após o ritual. Porém isso foi mais uma bala na arma de Diógenes.
Cinco dias depois quando o corpo é encontrado no Sábado dia 11 de Abril a 30 metros do local onde Osvaldo havia sentido uma “presença forte”, as coisas começam a ficar suspeitas. Infelizmente o corpo encontrado está além do reconhecimento e fica difícil a confirmação porem como já sabemos o corpo encontrado está sem as mãos, sem alguns dedos dos pés, sem orelhas e olhos e sem órgãos internos incluído coração. E tudo isso é explicado nas doutrinas, a falta das mãos é para fortuna, do pênis para impotência, e assim vai. Não me recordo de todos. E é aqui que as coisas começam a ficar esquisitas e se esclarecer ao mesmo tempo. Mesmo que o corpo encontrado não seja de Evandro, seja de Leandro Bossi por exemplo. Os cortes citados, as partes faltantes do corpo são por coincidência de acordo com a doutrina de sacrifícios?! Não acredito, e tem mais, aqui cai por terra também a teoria de que Diógenes teria conspirado contra as Abagge. Pelos depoimentos de Diógenes ele se mostrou TOTALMENTE ignorante às religiões aqui envolvidas. Portanto, ele não saberia o que fazer com o corpo para que parecesse que um ritual de sacrifício tivesse sido realizado no corpo em questão. E mais, se hoje nem na internet se encontra tais instruções podemos imaginar em 1992. Só quem de fato é praticante há MUITOS anos tem acesso a como praticar tais rituais. Pois não é apenas pegar um corpo X cortar e tchau, como o nome diz é um ritual, portanto existem musicas, palavras a serem faladas dentre outras coisas e só quem estuda há um bom tempo sabe o que fazer.
Portanto quando Diógenes faz a sua denuncia no dia 29 de Maio de 1992 quase DOIS meses depois do ocorrido, ele se baseia em “fofocas” porém também em outros fatos, como sobre a do “Grupo Tigre” estar próximo à família Abagge durante as investigações. Se depois de dois meses ninguém sabe absolutamente nada, é porque alguma coisa tem, concordam? Depois da sua denuncia ao ministério público, o mesmo acha por bem colocar o “Grupo Águia” da PM em uma investigação paralela à da Polícia Civil que nada fez por dois meses. Aqui na minha opinião entra a parte onde Diógenes tinha sim uma agenda contra a Família Abagge. Por N motivos ele não gostava deles em especial à Celina que causou o divórcio de seus pais. Após ficar sabendo de tudo que ficou por intermédio de conhecidos, Davina, Edézio, Jorge Banana e cia, ele foi mais do que correndo colocar a sua denuncia pois então ainda que não tivesse provas concretas pra ele tudo aquilo fez sentido e ele tinha nas mãos o que sempre quis.
Não acredito que as testemunhas tenham mentido a pedido de Diógenes. E entendo o fato delas não terem se pronunciado no dia, ou dias depois. Morando numa cidade pequena onde todos se conhecem, a família mais poderosa e talvez mais rica da cidade se envolve num crime hediondo desses, você se pronunciaria? Eu não me pronunciaria, e é a verdade. No caso de Edézio, ele ficou sem saída porque seu amigo Hamilton ao qual ele havia confidenciado ter visto as Abagge raptando o menino Evandro contou ao Diógenes que por sua vez deve ter obrigado ele a prestar depoimento do que havia visto. Não há nada de estranho nisso. A mesma coisa com o Jorge Banana, se eu estou pescando e vejo um saco cheio de restos mortais do que poderia ser um feto, meu barco viraria uma lancha de tão rápido que eu sairia de lá. E com peixe ou sem peixe no meu barco eu JAMAIS puxaria o saco pra dentro do barco. E é isso que talvez destrua a credibilidade das testemunhas, o MEDO. Ninguém quer admitir que tem medo, mas a grande maioria das pessoas tem, e por não querer admitir isso em juízo ou em depoimento acaba passando por mentiroso. Pois é muito fácil falar, “Ah, mas você viu que tinha mãos dentro do saco, cabelo e não pegou o saco?!”. Não, eu também não pegaria. Agora, se eu soubesse do que tinha acontecido (Coisa que Jorge Banana não sabia à época do ocorrido), e visto um saco com as coisas eu chamaria a policia sem dúvida alguma, porém se não soubesse, aquele saco de cal iria ficar lá pra sempre.
Finalmente chegamos às prisões dos dias 1,2 e 3 de Julho de 1992, onde os 7 acusados são presos. Aqui eu vou ser bem sucinto e explicito nas minhas opiniões. Eu acredito que todos tenham sofrido tortura sim, sem sombra de dúvidas. Porém pra confessar aquilo que de fato haviam cometido porque jamais confessariam de uma outra forma. Não defendo tortura e não acho que esse deveria ter sido o caminho a ser seguido. E acho que a maneira com a qual a PM conduziu as prisões e os interrogatórios foi o que estragou o caso. Se eles não tivessem torturado os réus a argumentação da promotoria teria sido muito mais forte e o único argumento da defesa seria o de que o corpo encontrado não era o de Evandro.
Agora as perguntas que ficam e talvez a chave de todo esse mistério é, se o corpo encontrado não é o de Evandro como afirma piamente até hoje o Delegado Luis Carlos de Oliveira, porque os acusados colocaram as roupas de Evandro no cadáver? O que eles tentaram fazer aqui? Encobrir uma morte com outra? Desovar o cadáver de Leandro Bossi que estava na geladeira que a Celina tirou da serraria como relatou Teresinha e por isso tinha marcas roxas e já estava em estado de putrefação como se fosse Evandro? O que vocês acham? Isso vai ficar no imaginário de cada um, pois nunca saberemos.
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2019.05.06 10:17 The-Old-Onee Meu primeiro relacionamento

A história do meu primeiro relacionamento foi algo que me marcou por um bom tempo. Até hoje, talvez.
Essa história pode não interessar muitas pessoas, mas aos que se interessarem, sejam bem vindos.
Tudo começou aos 6 anos de idade. Por isso, não esperem bastante maturidade vinda de mim. Na época em questão, eu havia acabado de me mudar com a minha família, e tinha entrado em uma escola pública. Foi nessa escola que encontrei a garota que viria a gostar.
Eu sempre vi muitas garotas bonitas em minha vida, mas nunca prestei muita atenção nelas, entretanto, algo me chamou atenção nessa garota. A propósito, pensei que poderia ser a sua beleza, mas isso não faria sentido por conta do fato anterior.
Sem nem mesmo conhecer um pingo de sua personalidade, eu acabei tendo a segunda paixão da minha vida, mais forte que a primeira.
Primeiramente, devo admitir que eu ficava muito sem jeito perto dela. Por isso, me impressionei comigo mesmo sobre como consegui pedir o seu telefone. As conversas eram inocentes, foçadas no meu herói de infância: Sonic.
Por favor, não ria.
Tive a sorte de descobrir que ela também era fã do Sonic, e isso unia as nossas conversas. Sem contar as minhas piadas sem-graça que sempre arrancavam um riso dela.
Depois de um tempo, as conversas terminaram. Não pude ligar para ela por um tempo, e logo perdi o seu número de telefone. Tímido, com vergonha de pedir novamente seu numero, aquela foi a última vez que eu conversei com ela no Ensino Fundamental.
Da segunda até a quarta série, eu estive gostando dela. Observando-a de canto, escrevendo seu nome em minhas coisas, imaginando um futuro promissor, até mesmo sendo motivado a ir para a escola simplesmente para ver o seu rosto. Uma criança apaixonada.
E com um óbvio mas bem escondido ciúmes quando rumores (falsos, no caso) de que ela namorava com o garoto mais inteligente da sala, começaram a surgir.
Eu, parabenizei ela por isso, mas amaldiçoei o garoto milhares de vezes, por dentro.
É uma das últimas vezes que lembro de ter dito algo para ela.
Quando passei para a quinta série, a escola escolheu uma nova escola da qual frequentaríamos, pois não tinha recursos para ter uma quinta série e além.
Fomos para a mesma escola.
Mas nada mudou, ficamos em salas diferentes. Nenhum dos meus amigos estavam ali, e para piorar, pelo meu jeito, passei a sofrer ofensas por outros colegas, das quais nunca me fizeram bem.
Ali, minha autoestima desmoronou completamente.
Eu sempre via ela algumas vezes, andando pelo pátio com os amigos, e talvez uma coisa que nunca cessou, foi minha paixão por ela.
Me lembro de um dia estar num evento de Festa Junina na escola. Cheguei cedo com a minha mãe, sentei em um banco no meio da praça, e ela sentou um pouco à frente. Queria falar com ela, mas nunca soube como começar.
Quando notei, ela se juntou com seus amigos, a conversa nunca aconteceu. Mas teria mudado algo afinal?
No meio daquele ano, eu me mudei mais uma vez. Dessa vez, fui para longe. Agradeci, nunca mais iria ver os retardados dos meus colegas, e como minhas notas eram baixas, não tinha o que perder.
Um dia, então, bem longe dela, passei a usar o Facebook. E por coincidência, encontrei o Facebook dela. Adicionei, e foi ali que a magia passou à acontecer.
Inicialmente, não me lembro de como ocorreu a primeira conversa, mas devo ter me apresentado, para ver se ela se lembraria de mim. Uma coisa que memorizo, entretanto, eram as sensações estranhas na minha barriga.
Eu devia ter o que? 9 ou 10 anos?
Fomos conversando, até chegar o dia da qual disse para ela como me sentia. Praticamente, disse que gostava dela. Nosso relacionamento nunca piorou, mas também não melhorou.
(Ps: uma das coisas que devo ressaltar, é que eu basicamente tinha medo da forma que ela reagiria. Por isso, nunca me declarei pessoalmente. Maldita covardia!)
Eu tentava sempre agir como um bom amigo. Tentava dar conselhos - me colocando no lugar dela - sempre tentava diverti-lá, no caso, sempre tentando encontrar um jeito de conquistar ela, até o dia que ela também passasse a gostar de mim.
Eu tentei ser o cara perfeito. Se eu consegui? Eu não faço a mínima ideia.
O tempo passou, e ela passou a ficar com outras pessoas. Quando ela ficava mal, eu sempre tentava animar ela. O ciúmes não era algo tão presente, pois no caso, eu só ficava interessado no bem-estar dela. Seus namorados eram um detalhe que eu procurava esquecer.
Enfim, um dia, o meu ciúmes me levou à entrar em discussão com um de seus amigos íntimos. Com esforço, eu consegui quebrar o relacionamento deles (isso soou tão mal).
A propósito, no início, ela falou que não terminaria com ele. Por isso, me senti inútil, e me afastei por um tempo. Bem decepcionado.
Quando voltei, ela havia me agradecido por ter ajudado a tirar o cara da vida dela. Nunca soube o porque, ela nunca me disse.
Enfim, nos reaproximamos, é nosso relacionamento evoluiu um pouco. Não tanto quanto eu gostaria.
Então, eu cometi um erro. Um grande, enorme, e fodido erro.
Basicamente, minha pessoa se cansou de ser o amigo consolador, e passou a ser mais impaciente com a situação. Então.. eu, com o meu jeito covarde de ser, chamei a própria pessoa que eu gostava, de oferecida.
O pior, foi em um post público. Com a clara intenção de humilhar.
Entramos obviamente em discussão, uma briga que nos afastou por um ano inteiro. Talvez, o melhor teria sido apenas conversar com ela e dizer o que sentia. Mas fui imaturo e inconsequente (sei que é praticamente a mesma coisa).
Depois que um ano se passou, eu tentei me reaproximar. Mas como dizem, um relacionamento é como uma folha de papel. As brigas amassam esse papel, e independente do que faça, ele nunca retornara ao que era antes.
Ela estava brava, brava com alguns amigos também, e eu acabei chegando nela situação. Basicamente, eu apenas tentei me desculpar.
Não me lembro, a propósito, se eu consegui. Mas depois de um tempo, acabei me afastando novamente.
Quando ganhei o meu primeiro celular, eu instalei o WhatsApp, e como não tinha muitos Contatos, pensei em adicionar algumas pessoas.
Eu já tinha ela como amiga, então pensei, porque não?
Aqui chegamos no terceiro e último arco dessa historia.
Pedi o seu número, e foi incrível como nossa relação prosseguiu x 0. Eu continuava sendo o mesmo amigo consolador, mas dessa vez, ainda mais apaixonado.
Consolei, ajudei, aconselhei, fiz tudo para ver ela feliz. Por mais que eu fosse um idiota completo, ainda tinha a felicidade dela como prioridade. Mesmo após anos.
Algo que devo citar, è ela dizer que na verdade sempre me amou, e na ocasião, namorou com outros caras simplesmente para me esquecer.
Eu não acho que precise afirmar que sempre estranhei aquela história, certo? Afinal, anos atrás, a mesma me trocou por outro cara.
Voltando ao assunto..
Foi então, que tendo ainda mais impaciência, eu falei o que queria falar há bastante tempo.
Por favor, porra, fica comigo?
(Ps: sim, foi virtual) (Ps2: não foi com essas palavras, obviamente) (Ps3: essa não è a sigla para PlayStation 3)
Ela aceitou, ótimo, não?
Os primeiros dias sendo seu namorado, mesmo que virtual, foram realmente maravilhosos. Acordar, e receber um bom-dia da pessoa que ama. Áudios, dizendo coisas carinhosas.. cada ação que te conquistava...
Os seis anos correndo atrás daquela garota valeram a pena naquele momento.
Obviamente, meu ciúmes aumentou. Quando ela falou que seu ex havia pedido uma foto dela para colocar como uma capa no perfil, eu não aguentei. Simplesmente dei um xilique.
O ciúmes realmente não è uma coisa saudável em situação alguma. Que sensação terrível..
Um mês depois, eu cometi outro grande erro.
Em um resumo, estávamos fazendo ciúmes um para o outro. Acontece que eu foi bem mais pesado, e não respondi ela por um tempo (1 hora).
Eu havia dito que estaria com outra garota, achei que a situação terminaria bem naquela noite. Vacilo meu.
Ela ficou completamente com ciúmes, não sei como a conversa seguiu, mas terminou com o fim do meu relacionamento com ela, e lágrimas silenciosas na noite.
Eu mesmo, terminei o relacionamento que demorei anos para construir.
Apesar de que o motivo do término foi outro. Basicamente, ela ainda gostava do ex, e eu, sabendo que não conseguiria dar para ela o que ela queria, libertei ela de mim.
Pode ter sido uma atitude meio corna. Mas sério? Eu nem sabia da existência dessa palavra.
Eu voltei a ser o amigo consolador. Mas agora, meu amor por ela começou a esfriar bem depressa.
Eu passei a evitar suas mensagens, responder apenas dias depois, fui me afastando sem notar.
Nesse tempo eu comecei a ficar mais quieto pessoalmente, motivos? Leia mais a frente.
Um dia, dando mais uma chance ao amor, eu tentei reatar com ela. Mas as palavras que me atingiram foram pior do que qualquer merda que eu possa imaginar.
“Eu te considero como um irmão”
Tipo... è sério isso?
Sim, è.
Como se eu sentisse que um buraco negro tivesse surgido no meu peito, um desespero tão grande, a sensação de rir de descrença enquanto chorava.
Era assim que as garotas dispensavam os caras agora?
Um simples não seria menos doloroso do que aquela resposta.
Eu sei que sou um completo babaca, fiz muita merda. Mas aquilo nunca tirou o meu direito de se sentir triste.
O resultado? Eu me afastei completamente dela.
O fim do meu relacionamento me trouxe uma resposta interessante: nada è como você pensa que vai ser.
Talvez, se essa história fosse um simulador de namoro, eu com certeza estaria vivendo o final ruim.
Se eu tivesse tido mais coragem no passado, e me declarado, talvez as coisas teriam sido diferente.
Quem sabe eu estivesse feliz hoje.
O foda disso tudo, foram os problemas familiares que por baixo sempre foderam com a minha mente.
Brigas o tempo todo, ameaça de divórcio, o xingamento pelos colegas, até mesmo ser traído pelo seu melhor amigo, essas coisas fodem com a cabeça de uma criança que nunca teve tantas dificuldades na vida.
(Apenas para avisar, éramos da classe baixa, graças ao meu pai, e ao meu bom Deus, conseguimos ir para a classe média. Mas desde lá de baixo eu já não sofria muito com isso)
Enfim, passaram-se os anos, ela começou a gostar de outras pessoas, e eu de outra pessoa. Um dia, entretanto, quando fui excluir meu facebook, eu encontrei nossas antigas conversas, que me acenderam uma pergunta:
Será que a culpa era minha?
De certa forma, sim. Minhas escolhas nos trouxe até aqui.
Por um bom tempo, eu vivi com aquilo na mente, até tomar coragem para enfim pedir desculpas.
Eu senti que precisava fazer aquilo para conseguir continuar vivendo em paz comigo mesmo.
Após anos, eu conversei com ela novamente. As respostas foram frias, diretas e mais cortantes do que Trimontina, mas eu aguentei.
A minha última conversa com ela, foi pedindo desculpa pelos meus erros. Se ela aceitou? Eu não sei.
Mas eu tentei. Mesmo que isso não viesse me trazer absolutamente nada de bom.
E esse è o final da minha história, sobre o final do meu primeiro relacionamento.
Aprendi com meus erros? Talvez, mas continuou um grande idiota que se esforça em aprender com as próprias merdas.
Mas agora digo isso para você, que está com vergonha de se declarar para seu amor secreto: simplesmente faça isso.
Se declarar pode ser algo difícil, pois você estará literalmente abrindo o seu coração sem a certeza de que será correspondido.
E quem saiba, esteja apenas se preocupando atoa, e tenha sim grandes chances,
Mas vai por mim.
Às vezes, è muito melhor receber um “não”, do que viver um futuro estruturado pela sua falta de coragem em dizer o que sente.
A vida è curta, mas o arrependimento è eterno. Por isso, apenas faça. Vá em frente, e se o garoto ou a garota apenas recusarem, não fique para baixo.
O mundo è feito de pessoas maravilhosas que podem te trazer a lua se você quiser. Basta você ter esperanças e nunca desistir do amor.
Enfim, aqui me despeço, e mais uma vez:
Não queiram viver o final ruim desse simulador de namoro que è a vida amorosa. Vá em frente, e corra atrás do que você quer.
Porque no final, aqueles que não desistem, sempre triunfam.
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2019.03.05 12:54 Pockatansky Não consigo confiar na minha parceira, mesmo sem ela dar motivos para que eu desconfie

Bom dia, pessoal. Vou usar um pouco do anonimato pra pedir a ajuda de vocês, já que esse é um assunto que eu evito conversar até com amigos pra não parecer ciumento, obsessivo ou malucão mesmo.

Eu namoro há 3 anos e 6 meses, adoro minha namorada e quero realmente ter um relacionamento duradouro com ela. A questão é que, à medida em que o relacionamento foi se tornando mais sério, eu fui adquirindo uma desconfiança e ciúme brutais em relação a ela. Ela nunca me deu motivos para isso, ao contrário, é uma pessoa bem tranquila, mas coisas bobas despertam isso daí em mim.

As vezes eu sinto como se a seriedade que o relacionamento vem adquirindo trouxesse mais responsabilidades pra mim, sabe? Eu cheguei a observar que antes de conhecer família dela, ou mesmo de assumir uma postura mais "séria" de namorado, eu não tinha absolutamente nenhum ciúme dela, confiava 100%. Hoje eu sinto como se qualquer erro que ela eventualmente cometa possa afetar minha honra, sei lá. Eu venho de uma família em que há casos de infidelidade, tenho tios que já foram traídos, e tenho medo de levar uma galhada e ficar com fama de "corno", sabem?

O último problema que tivemos foi por conta de uma foto que ela postou no Instagram, coisa normal, nada demais. A questão é que eu vi ela ganhando umas curtidas de uns caras ai e já fiquei putaço. Não a ofendi nem nada disso, mas o sentimento dentro de mim me faz mal, e realmente anda me incomodando bastante isso daí. Temos um relacionamento muito bom, somos muito amigos, mas essa vibe de ciúme parte de mim e vem tirando minha paz e a tranquilidade dela, e sinto que pode estragar nossa relação de verdade.

Vocês teriam alguma sugestão ou conselho pra me ajudar nisso daí? Por favor, tentem não me julgar. Eu realmente quero "me curar" desse mal, então estou aberto pra ouvir conselhos bem intencionados, sugestões de leitura, sei lá, qualquer coisa que me ajude a me livrar desse sentimento nocivo.

Agradeço pelo espaço e pela atenção de vocês. Abraços.

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2017.08.07 00:07 YumaS2Astral Eu não aguento mais essa vida. Eu desabafei com meus amigos virtuais mas agora parece que nem isso mais tá adiantando. Decidi desabafar com vocês do Reddit.

É que eu não aguento mais viver assim. Eu prefiro morrer do que continuar passando por isso. Eu disse "viver assim" mas sinto como se não estivesse vivendo de verdade, porque isso aqui não é vida. Eu estou apenas esperando até chegar o dia da minha morte. É como se eu estivesse na fila pro SUS, mas em vez do SUS, é o inferno.
Essa semana vi meus amigos no Facebook tirando fotos com os amigos deles da vida real. E ontem, dois amigos meus vieram me falar que estão namorando (um deles até pouco tempo atrás dizia que queria me namorar, mas me senti forçado a recusar por causa que ele mora longe e não quero mais apostar em relacionamentos à distância devido a diversas razões). De qualquer forma me senti muito magoado. Eu sonho em poder ter um namorado. Eu sonho em poder ter amigos que moram perto. Sonho em poder tirar foto com esses amigos. Sonho em poder me socializar, e não ficar trancafiado dentro de casa o dia inteiro. As pessoas falam pra eu sair, mas sair pra onde? Eu não tenho pra onde ir nem conheço ninguém aqui em volta.
Eu também não aguento mais ver minha irmã ter TUDO que eu gostaria de ter enquanto eu fico aqui chupando dedo. Ela tem tudo, tem amigos não virtuais, tem namorado, tem emprego, tem o sonho realizado (no caso dela, de ser bailarina) e até já chegou a ir em várias cidades diferentes do Brasil, e ate em outros países como Uruguai, Argentina, e Estados Unidos. Já eu? Meus amigos são todos virtuais, não tenho namorado, não tenho emprego, não consegui até hoje realizar meus sonhos (especialmente porque minha família não me ajudou da devida forma) e eu só cheguei a por os pés pra fora deste estado uma única vez, quando fui tentar ver um namorado virtuai que eu tive na época, e deu TUDO errado.
Eu queria tanto ter um emprego... Não quero mais depender da minha família. As pessoas pensam que eu gosto de viver assim, na vagabundagem, mas é MENTIRA. Eu odeio isso. Eu não consigo trabalhar com as coisas que eu gosto (dublador e desenhista). O primeiro é porque me falta treino, e não consigo treinar aqui em casa porque se eu treinar, meu pai vai ficar debochando de mim. Ele fazia isso quando eu era pequeno e é por isso que me sinto desencorajado. Quanto ao desenho, eu não sei nem por onde começar. Eu tô tão desesperado que tô quase indo trabalhar no McDonalds, já até tive um sonho recentemente com isso. Já pensei em ir no McDonalds daqui de perto e perguntar se tem vagas. Eu nunca tive um emprego e nem conta no banco que eu tenho.
Eu não quero depender da minha família mais. Minha tia jamais me dá dinheiro quando eu preciso. Eu não consigo ir ver meus amigos virtuais por causa disso. Ela sempre dá a desculpa de que precisa pagar as contas ou tem dívidas pra pagar. O engraçado é que se eu pedir pra ela comprar hambúrguer no McDonalds, ou docinhos, ou RPs no LoL, ela compra com o maior prazer. Mas se eu peço pra ter o dinheiro bruto na minha mão pra eu poder gastar como eu quiser, ela se recusa e dá as desculpas que eu citei em cima. E ela também se recusa a dar quantias pequenas de dinheiro que não vão fazer falta. 4 anos atrás eu tava quase indo ver um amigo meu que mora em outro estado e só precisava de mais 30 reais pra pagar a passagem e eu pedi pra minha tia. Ela se recusou a pagar. Eu fiquei muito magoado na época e até traumatizado (isso é parte da razão pela qual não quero mais relacionamentos à distância).
E falando em minha família, eu não aguento mais ela também. Meu pai é homofóbico pra caralho, ele já removeu duas pastas de yaoi minhas no passado, e já cansou de xingar meus amigos virtuais. Minha tia já falou coisas terríveis pra mim; já me chamou de homossexual pedófilo e disse que não gostaria de ter um filho gay. Ela é desonesta também e sempre me enrola quando eu peço coisas que eu preciso. Minha vó fica gritando comigo por coisas ínfimas que não têm nada de mais, me dá conselhos desnecessários, e sempre que eu vou fazer algo ela diz que vai acontecer algo de ruim comigo. Em 99,9% das vezes ela está errada, mas aí ela fica jogando na minha cara a única vez em que ela esteve certa (quando minha calopsita morreu). Já a minha irmã... Eu falei dela aí em cima. Ela tem tudo que eu tenho mas ela fica me criticando e me culpando por eu não ter nada. Além disso ela sempre fica automaticamente do lado deles quando eu discuto com eles aqui em casa.
Enfim, eu já não aguento mais isso, isso que eu tô tendo não é uma vida, eu não desejaria nem *pro meu pior inimigo que essas coisas acontecessem. Às vezes eu tenho vontade de morrer e nascer denovo e ter uma segunda chance. Eu nem sei se existe vida após à morte, mas muitas vezes imagino eu mesmo nascendo denovo em outra vida. Às vezes eu também me imagino voltando pro passado e tendo uma segunda chance de consertar tudo.
De qualquer forma ultimamente me sinto desanimado pra fazer qualquer coisa, mesmo as coisas que eu gosto. E também às vezes me imagino cometendo suicídio, e também me sinto pra baixo todos os dias.
Como lidar com toda essa combinação de coisas que está acontecendo comigo?
Um TL;DR pra quem não quer ler o texto que escrevi aí em cima;
  • Problemas familiares
  • Eu vejo pessoas à minha volta tendo as coisas que eu queria ter e isso me deixa mais cabisbaixo
  • Problemas amorosos
  • Queria ter um emprego e poder realizar meus sonhos
  • A falta de dinheiro me impede de ter MUITA coisa que eu queria ter, inclusive ver os amigos
  • Não tenho amigos na vida real
EDIT: Tenho 22 anos. Já fiz ensino médio. E não estou na faculdade.
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2017.01.15 01:29 luiseduardobr1 [Desabafo] Depois de 6 meses sem contato, minha ex volta para infernizar minha vida.

Sei que muitos aqui não gostam de desabafos por não agregarem ao conteúdo do sub, mas como há um ano atrás (aproximadamente isso) pedi o conselho aqui sobre o que fazer com meu namoro que ia de mal a pior, com uma ex egoísta/egocêntrica, com crises de beleza intensas, que não me deixava em paz para terminar e sempre voltava para me iludir ou manipular, decidi mais uma vez pedir a ajuda do pessoal (se possível) para opinarem em algo que me incomodou muito.
Para os que não me conhecem ou não leram meus relatos anteriores, minha ex é uma menina bonita que eu mantinha um relacionamento a distância (apesar que a via quase todo o mês) e que tudo piorou quando fui traído. Depois disso, ainda continuei (erro meu) e mesmo ela dizendo que queria ficar comigo e me implorando para não terminar continuou mentindo, iludindo, humilhando (e eu mesmo me humilhava em situações que não quero lembrar) e até sacaneando com meus sentimentos e esforços. Ela nunca pareceu se importar muito comigo, mas sim com o bem que eu fazia para ela, pois ajudava com as inseguranças dela, conversavamos muito e saímos muito quando juntos (inclusive gastando bom dinheiro)... E o pior, que eu amava ela de verdade, a ponto de estar preparado para mudar minha vida toda para sua cidade para poder ficar com ela, mesmo diante da total repulsa dos meus pais com a ideia.
Nesse meio tempo, aconteceu muitas coisas ruins, muitas mesmo, na qual eu mais sofria do que ficava feliz. Só que certas coisas sempre me dificultavam a largar mão dela, como a beleza, por mais fútil que pareça, eu achava o rosto dela lindo, como nunca vi outra, e eu não achava que ia conseguir achar outra tão bonita e que me fizesse tão "feliz" (acreditem já fui feliz com ela) ou então o papo que fluía muito bem ou ainda as saídas que sempre eram ótimas... vendo agora percebo que ela tem tudo para "conquistar" qualquer cara, infelizmente tem um grave problema, ela é psicopata, por não ter empatia com o sofrimento alheio..
Então, depois de muito sofrimento, eu consegui parar de falar com ela em julho, bloquei seu número do WhatsApp e até da sua mãe, parei de responder aos emails que recebia dela, e achei realmente que nunca mais iria falar com ela até que quinta agora enquanto escovava os dentes quase tenho um infarto ao ver o rosto dela e uma mensagem "olha só quem eu achei o número". E o trouxa aqui acabou conversando, e caindo em TODAS as armadilhas dela: queria saber da minha vida se eu namorava, tentou ver se eu ainda sentia algo por ela, começou a jogar algumas ilusões e lembranças antigas e não parava de puxar assunto. Hoje mesmo estou escrevendo esse desabafo, pois passei dois dias sem conseguir pensar em outra coisa, eu amo ela, eu queria ficar com ela (ou então com a imagem que criei dela), eu queria poder conversar com ela nem que fosse só como amigo, mas o problema que não consigo isso, eu tenho sentimentos, eu fico com ciúmes, inveja, etc. Eu achava que em 6 meses meus sentimentos teriam diminuído, mas pelo visto só estavam guardados numa gaveta prontos para serem usados novamente. Agora, não sei mais o que fazer, hoje ela mandou um meme e eu ignorei e ela percebeu isso, mas a cada mensagem dela meu coração para e me sinto triste por querer responder mas não poder. Por querer ficar com ela, mas saber das traições e mentiras e o fator ainda pior POR ELA MORAR EM UM OUTRO ESTADO. Com isso, estou dividido, uma parte de mim queria estar com ela, responder, nem que fosse como amigo, mas a outra parte sabe que isso só seria possível se não me importasse mais com ela, se conseguisse não me afetar se ela falasse algo.. E ainda fico frustrado que ela consegue falar comigo sem ficar mal..
Penso que alguns aqui já passaram por isso ou algo parecido e podem me aconselhar em como agir nessa situação, estou sinceramente devastado por dentro e muito confuso com o que fazer. Se alguém puder ajudar realmente será muito útil para mim e irei ler todas as mensagens.
RESUMO: A maluca da minha ex comprou outro número/celular e entrou em contato comigo após 6 meses sem contato e está afetando muito minha cabeça e até físico. Além do mais, ela mora em outro estado e não há como nos ver.. Sem falar que durante a relação sofri com traição, mentira, humilhação e as próprias loucuras dela que bem ou mal me atingiram mais do que pensei que atingiriam.
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