Recebendo uma menina com um namorado

Fiz um gesto de QUE PORRA É ESSA pro meu amigo e ele fez um gesto de KKKKFAZEOQ. Passei o resto do filme tremendo e batendo os dentes, parecia que a sala tinha diminuído em 30° C a temperatura, enquanto tinha que cuidar dos irmãos mais novos da menina e me preocupando se ele iriam ver aquela cena. Em 1994, o técnico em telefonia Jonas da Silva Cruz, de 53 anos foi acusado de abuso sexual contra uma menor de 12 anos. Ele foi preso em 2008. Abalado, o homem afirmou: Nunca me senti tão abalado. Fiquei à deriva”. O homem perdeu o emprego, além de sua casa e amizades. No início de 2011, a mesma pessoa que o acusou resolveu afirmar que tudo não passou de uma falsa acusação: não ... Evite a passivo-agressividade. Caso não lide bem com a amizade do seu namorado, é preciso resolver um problema interno seu. Quando se tem medo de falar o que pensa, é muito comum recorrer à passivo-agressividade. Esse comportamento pode ser representado por algumas ações e reações como 'desligar o cérebro' quando o rapaz fala algo da amiga ou planejar uma festa surpresa para ele e se ... Recebendo um amante volta - incrivelmente fácil passos para obter seu... você pode estar pensando de como receber de volta seu ex namorado que você gostava tanto. O pensamento de um desmembramento nunca vêm a nós quando começamos nosso primeiro encontro, para não dizer sobre como reparar o break up. Escolha um nome e idade: esta é uma boa forma de começar. Quando estiver criando um namorado, você precisará pensar em todos os detalhes com antecedência. Tente inventar um nome que não seja muito fora do comum, mas que também não seja simples demais. Um bom método é escolher um nome ou sobrenome bastante comum e combiná-lo com outro nome mais exótico. Por exemplo, talvez João da ... Baixe estas Foto premium sobre Menina surpreende o namorado com um presente de natal, e descubra mais de 5 Milhão de fotos de arquivo profissionais no Freepik

vale a pena?

2020.10.07 06:01 contadescartavel12 vale a pena?

[aviso de textão]
Primeiramente boa noite a todos que se dispuseram a ler. Prazer, sou um rapaz de 20 anos que já perdeu o amor na vida a muito tempo.
Talvez eu tenha depressão desde os 13 anos ou antes, depois de tanto tempo já deixei de sentir tristeza profunda, agora todos os meus dias são só vazios e sem esperança. Durante a minha adolescência o que me mantinha de pé era me embriagar até desmaiar e um tempo mais tarde foi os alucinógenos que me davam alguma alegria, nunca fui viciado em nada disso, mas nunca fiz um uso consciente tanto do álcool quanto do LSD. A única certeza que eu tinha é que eu tinha que morrer antes dos 18, fui fraco, não foi por medo nem nada, eu sou ateu desde que me entendo por gente então a única coisa que eu tenho certeza na vida é que o suicídio é a porta de saída de toda essa merda, porém não o fiz, ainda não entendi o motivo disso.
Não sei como nem o porquê deixei eu chegar nesse estado em que me encontro, hoje me sinto mais sozinho que nunca, não existe ninguém nesse mundo em quem eu possa me apoiar, dai vem o questionamento do título: vale a pena viver uma vida sem esperança, sonhos e alegria?
Sobre família:
Durante muito tempo senti muito ódio dos meus pais e parentes, odeio eles com todas as minhas forças, mas hoje é mais um sentimento de desprezo. Meu pai foi ausente toda a minha vida, ele aparecia uma vez por semana completamente por obrigação social e para mostrar pros outros que ele ainda tinha o mínimo de ombridade, então ele sempre foi um nada pra mim. Minha mãe me teve de uma gravidez acidental e imagino eu ela tem na cabeça dela que eu tirei os anos de ouro da vida dela, então ela me odeia e o sentimento é recíproco. Nunca houve nada muito grave para odiar eles, mas mesmo assim tenho meus motivos e acho que não cabe aqui me apegar a muitos detalhes.
Sobre amigos:
Durante a escola eu sempre fui muito comunicativo com as pessoas, pelo menos na minha visão acredito que se perguntarem para qualquer colega das escolas que estudei vão falar que sou uma pessoa muito engraçada e legal de conversar, mesmo sendo essa pessoa agradável acho que posso ser considerado o "invisível". Eu acredito piamente que as pessoas gostavam de mim, mas ninguém lembrava de mim, sempre me convidavam por dó para fazer as coisas ou sair com os outros, nunca fiz parte de um grupo, sempre fui o excluído mesmo quanto tentava me enturmar mais. Eu podia conversar todo dia o dia todo com a pessoa e mesmo assim fora da escola eu nunca era mais que um colega. Hoje posso dizer que me restaram 2 "colegas" que não posso afirmar que continuaram a lembrarem de mim por muito tempo.
Sobre relacionamentos:
Já adianto que não estou nem perto do padrão de beleza, sou só uma pessoa nada demais. Nunca namorei nem mesmo fiquei serio com alguém, já fiquei com algumas meninas mas na muito além disso. Talvez eu possa ser considerado demissexual, mas não tenho certeza disso, por não me interessar por sexo e buscar a mulher certa para amar e ser amado, sempre fui chamado de "viado", o que fez um estrago muito grande na minha cabeça e na época me fazia perder completamente minha autoestima.
Nessa época no meio de tudo isso passando pela minha cabeça fui usado por uma menina que queria fazer vingança pro ex namorado dela que era um dos meus melhores amigos (só pra esclarecer, ela armou tudo, esperou eu ter bebido uma garrafa toda de destilado para poder ficar comigo e ter alguma prova pra esfregar na cara do ex dela. Ela fez isso com pelo menos mais 3 pessoas.). O resultado disso foi eu recebendo chantagem psicológica por alguns meses enquanto eu tinha que abaixar a cabeça pra essa pessoa. Isso mexeu muito comigo na época, eu sentia muita culpa e nojo de mim mesmo.
No mesmo ano que isso aconteceu eu me apaixonei por uma colega de classe do cursinho, ela me tirou completamente do fundo do posso que eu estava. Nós andávamos juntos o tempo todo, almoçamos juntos, assistíamos aulas juntos, enfim, eramos muito ligados. Chegou um ponto que todo dia vinha alguém perguntar pra mim se a gente estava namorando, eu não tinha nem ficado com ela, estava criando coragem e estava conseguindo superar os traumas do passado para pedir pra ficar com ela. Bom, depois de uma sexta-feira em que foi o dia perfeito de nós dois juntos decidi que segunda sem falta iria tomar coragem e pedir para ficar com ela. No grande dia, ela chaga na sala de aula, dou bom dia e ela senta bem longe de mim, depois desse dia nunca mais ouvi a voz dela. Toda vez que me aproximava ela fingia mexer no celular, se eu perguntava alguma coisa ela fingia que não ouvia, me senti mais uma vez um invisível. Imagine uma pessoa que você gosta e considera muito de um dia para o outro começar a te ignorar, chegou ao ponto de eu sentar na frente dela e dizer exatamente essas palavras "[nome], eu te fiz alguma coisa? Você tá estranha comigo esses dias, eu não sei se eu te chateei com alguma coisa, mas me desculpa do fundo do coração, conversa comigo o que aconteceu que eu prometo que vou consertar." bom ela só abaixou a cabeça e fingiu mexer no celular bloqueado enquanto eu falava e dizia que tava tudo normal e que ela não sabia do que eu tava falando.
Depois disso a vida voltou a não ter brilho de novo, fiquei os últimos meses do cursinho sentado no meu canto sem falar praticamente com ninguém,esse ano passei numa faculdade que vou ter que dar o que não tenho por 6 anos para me formar. Agora só preciso esperar a pandemia acabar para começar a faculdade, ou seja estou a quase um ano dentro de casa esperando e pensando muito sobre a vida... eu sei que tem gente com muito mais problema que eu, mas eu cheguei a conclusão que não vale mais a pena... acho que meu eu de 5 anos a traz tinha toda a razão...
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2019.10.13 03:37 pripas Eu, prestes a completar 27 anos, voltei a escrever num diário

Tem tempo que eu não escrevia. Na verdade, ultimamente, eu não consigo escrever, ler por por prazer, apreciar as letras como eu sempre fiz.
Se eu vivia na fantasia? A menina que eu inventei pra disfarçar a melequenta que vive dentro de mim está sendo tratada pelo eu que eu quero ser. Tem sido difícil. Ainda mais com a ansiedade.
Eu lembrei de quando eu escrevia diários. Eu escrevia enquanto passava novela, enquanto meu pai bebia, enquanto minha mãe gritava, enquanto eu chorava e, até, enquanto a vida fingia a normalidade de uma família de comercial de margarina recebendo os parentes com dinheiro. Será que, de tanto fingir, eu ainda finjo hoje? Porque, mesmo saindo de lá, eu fingi ser algo que eu não sou e ter bens e qualidades que eu não tenho.
Eu tenho um problema.
Ontem eu lembrei que desde sempre eu gostava de sair: nunca gostei de ficar um dia inteiro presa dentro de casa. Mas eu sempre queria sair pra comprar algo. Por mais medíocre e insignificante que fosse.
Eu precisava.
Eu ainda preciso.
Mas eu não quero mais ser refém da melequenta ou fingir ser um eu melhor. Eu estou em processo de construção. E está difícil.
Talvez escrever ajude, né?
Por isso, querido diário, você voltou a existir. Eu vou voltar a escrever quando eu quiser chorar, quando eu quiser mentir, quando eu quiser fingir e quando eu quiser comprar.
Por favor me ajude
Hoje foi um dia bom mas eu me sinto um lixo. "Eu sou lixo"...mas no toy story era engraçado.
Quantos "eus" eu não escrevi nesses parágrafos?
A vizinha fez comida e o cheiro é ruim. Mas a outra, a que bebe e sobre quem um dia eu possa falar (ou não), não está em casa hoje. O que é ótimo, afinal, eu não quero ter que lidar com lembranças de alguém bêbado as9 da manhã.
Hoje, umas 18 horas, eu fui lavar roupa e a vizinha, a da comida mal cheirosa, estava numa discussão com marido dela, como sempre. O tanque no qual eu lavo as calças jeans fica quase de cara com o vitro do banheiro deles e eu ouvi a gritaria embalada pelo Datena ou algum similar narrando o assassinato de uma mulher cometido pelo seu ex-namorado. Ao final da discussão, o homem foi ao banheiro e eu pude ouvir, mesmo tentando não, ele cagar. Além disso, eu ouvi ele ascender um cigarro e senti o cheiro do fumo saindo do banheiro.
Esse cheiro, muito peculiar, eu realmente conheço.
Meu pai fumava no banheiro. Marlboro vermelho.
No auge da doideira, ele também bebia no banheiro.
As vezes, quando eu ia tomar banho, tinha bituca e uma ou duas latas da cerveja da promoção na cantoneira, ao lado do shampoo e da gilete.
Eu tenho alergia a gilete mas pobre não pode se dar ao luxo de ter alergia. Teve um dia que eu fui raspar a perna e me cortei feio. De sujar uma toalha de banho inteira. Eu estava chorando antes de me cortar. Como eu chorava. Como eu choro.
Se resolvesse, minhas olheiras e meus olhos inchados valeriam algo.
"Quem faz coisa errada não pode chorar" e eu engoli o choro. Eu menti e fiz coisa errada. Eu não tenho o direito de chorar.
Mas eu quero consertar. Muito.
Obrigada por receber essas palavras. Desculpe o desabafo e o desconexo. Desculpe não dar contexto, mas a vida não te dá muito contexto. E eu parto do princípio que você nunca me deixou diário, mesmo quando eu te deixei de lado.
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2019.01.18 17:07 RonaldNeves Perspectivas na vida pós termino de relacionamento

Olá, meus amigos. Tudo bem? Resolvi fazer esse post aqui porque eu queria a opinião mais imparcial possível, além de que o "anonimato" que eu tenho aqui me deixa um pouco mais confortável.
Recentemente terminei definitivamente um relacionamento de 6 anos, depois de outros muitos términos antes. O motivo do término foi o mais estúpido possível. Eu achava ela um pouco ciumenta e possessiva (mas quem não é, né?). Pensei que o melhor fosse a gente terminar, pois eu amava de mais ela, mas essa situação me incomodava. Terminamos na primeira semana de novembro. Eu sou uma pessoa extremamente metódica (também conhecido como chato) e eu considerei diversas outras opções que não envolvesse término, mas acreditei que esse seria o 'easy way out'.
Continuamos amigos. Todos os meus amigos e colegas me falaram que isso seria uma má ideia e eu nunca consegui entender o porque. Continuamos conversando todos os dias, ajudei ela nas crises quando a saudade batia e conseguimos com que ela se tornasse mais forte e mais confiante. O motivo dos ciúmes, em sua grande maioria, era por conta de insegurança da parte dela, que muitas vezes não se sentia boa o suficiente pra mim, mesmo comigo reforçando de todas as formas possíveis que eu estaria com ela independente de qualquer coisa.
Como forma de simbolizar o passo novo que ela estaria dando, ela decidiu usar o Tinder, para conhecer pessoas novas, já que o círculo de amizade dela acabou se tornando o mesmo que o meu, dado o tempo de relacionamento e ao fato dela ser muito tímida. E eu encorajei ela mais uma vez.
Ela sempre foi muito curiosa e assim como qualquer pessoa normal, detesta o homem padrão heterossexual e os considera nojentos, por isso, optou por só colocar para conhecer meninas no tal do aplicativo. E nisso ela acabou conhecendo algumas pessoas, saindo com outras e sempre me contando tudo e eu super animado por ela estar evoluindo e crescendo como pessoa - e sem mim, o que torna uma conquista pessoal dela muito mais importante.
Porém, mesmo tendo terminado, durante esse período de novembro - essa semana, nós saíamos muito juntos, além de conversarmos diariamente, obviamente sem o mesmo teor de conversa que tínhamos ontem e sem as 'fofuras'. Semana retrasada, ela disse que resolveu dar uma chance aos 'macho' do Tinder. Nisso, sábado, enquanto estávamos numa festa de um amigo em comum nosso, ela deu match no Tinder com um cara e disse que achou ele fofo. Conversa vai conversa vem e na segunda-feira ela me contou que ele estava aqui de passagem e que já iria voltar pra cidade dele na quarta-feira, mas que queria sair com ela na terça. Eu, como o ex-namorado suportivo que sou, falei "vai, menina". Ela disse que tinha receio de ir, porque o único homem com quem ela tinha se relacionado havia sido eu (namoramos desde a adolescência e fomos o primeiro namorado um do outro) e que não sabia se ia achar legal. Eu consegui convencer ela a ir.
No grande dia, alguns minutos antes de sair, ela pensou em desistir novamente. Eu falei de novo pra ela ir. Antes de sair, ela compartilhou a localização comigo pelo Telegram, botou pra durar 8 horas e disse: "olha, eu tô indo pra tal lugar. vou deixar isso aqui pra caso aconteça algo comigo, você liga pra polícia, ok?" "ok". E lá foi ela.
De hora em hora eu checava pra ver se ela ainda estava no mesmo lugar que ela tinha dito que havia ido e estava indo tudo bem. Até que teve um momento em que ela desativou a localização. Eu pensei "nossa, será que deu problema? tão cedo e ela já vai voltar pra casa". Só que quando chequei o telegram, não havia nenhuma mensagem de "tô voltando". Eu comecei a sentir algo que eu nunca tinha sentido dessa forma na minha vida. Ciúmes. Muitos ciúmes. Eu não conseguia entender. Eu começava a respirar mais rápido e ficar nervoso. Minhas mãos tremiam. Eu não sabia o que fazer. Se ela desligou a localização, era porque ela iria pra algum lugar e não queria que eu soubesse. Mas eu não poderia deixar esse sentimento tomar conta de mim, até porque eu não sabia se foi realmente isso que aconteceu. Era mera especulação minha.
As horas se passaram, até que finalmente, perto das 22h, uma sinal de vida. E as primeiras palavras dela foram: "Nossa... pqp... que dia...".
Eu não sabia. Eu não sabia que iria doer tanto. Eu não sabia o que fazer.
Junto dessas palavras, uma foto. Ele deitado no colo dela recebendo carinho. E de repente eu não conseguia pensar direito. Eu não sabia nem quem eu era ou o que eu estava fazendo. Eu só conseguia chorar. Eu não achei que ver o colo que foi só meu, o carinho que foi só meu, agora é de outra pessoa. Eu ficaria muito tranquilo se fosse como as outras pessoas com quem ela ficou, um cafuné aqui e ali, uns beijos, talvez algo mais, mas depois cada um volta pra sua casa e fica por isso mesmo. Mas dessa vez foi diferente. Um vínculo foi criado. Como ela mesmo disse: "eu senti algo por esse menino no momento que desci do uber e vi ele". E eu estava quebrado. Eu não significava mais nada. Eu realmente não me importaria se fosse um sexo casual ou algo do tipo. Mas eu não sabia que iria doer tanto o fato de que todas as coisas que um dia eu fiz ou recebi, são de outra pessoa.
Porém eu ainda acreditava que isso poderia mudar. Achei que era só um caso, que ele fosse voltar pra cidade dele e isso iria passar. Mas... não. Ela sentiu coisas que não havia sentido antes. Teve experiências que não tinha tido antes. E ela chegou a cogitar juntar dinheiro pra viajar assim que possível pra ir ficar com ele de novo.
Eu ainda amo ela. Mas eu descobri algo pior que isso. Descobri que ainda quero ela. E agora eu não posso mais.
Entrei em desespero. Desabafei com ela. Ela pediu desculpas. Mas que isso já tinha acontecido. E agora ela sente coisas novas. E que não tinha muito o que fazer. Que ela me amava e sempre vai me amar, mas que era isso que ela queria no momento.
Fui vê-la. Eu não conseguia parar de chorar. Eu falei que amo ela. Que eu não considero ela má, ou escrota, ou nada do tipo. Que ela estava fazendo o que está certo e que estava no direito dela. Ela perguntou porque eu não aceitei quando ela pediu pra voltar. Eu respondi de forma sincera. Eu queria voltar. Mas eu pensei muito sobre todas as circunstâncias do término e que a forma que eu tratei ela foi injusta, que ela não merecia ficar comigo depois disso tudo.
E ainda tem alguns agravantes:
- Eu não conseguia abraçar ou beijar ela sem imaginar que ela poderia estar pensando em abraçar ou beijar o outro cara. Eu não conseguiria, caso a gente voltasse um dia, ficar com ela sabendo que tudo que um dia era meu e me fazia me sentir especial agora é de outra pessoa e essa pessoa está se sentindo especial por isso.
- Ela admitiu pra mim que ela estaria sendo hipócrita se dissesse pra mim que ela não quer ficar com esse cara. Ao ponto de considerar juntar todas as economias dela pra viajar e passar tempo com ele.
- Eles conversam tanto quanto eu conversava com ela e costuma mandar vídeos cantando e tocando violão pra ela e ela fica derretida da mesma forma que ficava quando eu fazia algo pra ela.
- Mesmo que a gente voltasse, eu ia me sentir um merda de impedir que ela em algum momento fosse vê-lo, pois eu não me sinto no direito de impedi-la de descobrir o que ela realmente sente por esse rapaz.
Ela tem tentado me acalmar, com medo de eu fazer alguma merda. Mas ao mesmo tempo que ela tenta me acalmar, eu fico mais aflito com o fato de que meu "deadline" é julho. Julho ela vai pra lá ou ele vem pra cá. E eu vou ter perdido ela pra sempre. Tudo isso porque fui omisso e enganador, preguei um discurso de algo que eu não estava vivendo.
Tenho ciência de como eu estou sendo egoísta e hipócrita, mas é como eu me sinto. E eu tenho me sentido horrível.
Eu não consigo ver futuro na minha vida daqui pra frente sem ela. Quando nós terminamos, eu continuava com a sensação de que eu tinha ela "pra mim" por continuarmos sendo tão próximos. E agora eu não sinto mais isso. Ela sempre foi minha primeira opção pra tudo, mesmo depois de termos terminado. Ela sempre é a primeira pessoa que me vem em mente quando quero contar algo legal ou ruim que aconteceu no meu dia.

Ficar sem ela e sofrer pra sempre pois ela vai descobrir que ele realmente é quem ela quer?
Tentar ficar com ela e sofrer pra sempre pensando se ela não estaria melhor com a outra opção ou pensar que eu privei ela de descobrir o que é melhor pra ela?

Eu realmente não sei o que fazer.

Desculpa pelo textão. Eu queria colocar isso em algum lugar, com pessoas que não me conhecessem, porque alivia um pouco saber que alguém, mesmo que esse alguém não se importe comigo, leu e não vai me julgar pelo que me precede.
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2018.02.25 09:01 Fabianomcs A troca (se gostarem mando mais) conteúdo e linguagem adulta!

 A Troca 
ROBERT atendeu o telefone tremendo, excitado: *"a-alo" *"oi" disse CLARICE, querendo parecer despreocupada *"oi, é a PRISCILA?" perguntou ROBERT ansioso, muito rápido, o que fez ele sentir um pouco de vergonha, estava se entregando. *"isso!" respondeu CLARICE bem alegre! *"tudo bem ? você tá meio nervoso? eu to!" falando bem rápido também , tentando deixar o momento mais relaxado. *"hahahaha é, mais ou menos, normal ne, ficar nervoso falando com uma mulherona como você " *"hahahaha ahhhh paaara!! você sabe que eu não ligo pra isso." *"mas deveria. você é linda demais! e Tem muitos malucos nesse mundo, você deveria tomar cuidado." *"eu tomo, te stalkeei online seu bobo. descobri TUDO." falando mais lentamento o tudo, pra dar um ar de superioridade mas também de comédia. *"aaahh tá!" disse ele, escondendo o medo na voz "até parece" *"HAHAAHAHAHAHAAH" RINDO ALTO MAS GOSTOSO "brincadeira seu bobo! ahahahah você deveria escutar a sua voz, você deve estar escondendo alguma coisa hein! " *"eeeeu?" controlando-se ROBERT fazendo a voz cool "claro que não, você já me conhece" Apesar de conhecerem-se online , era a primeira vez que se falavam no telefone, a primeira vez que ouvia a voz dela, seu riso o encantou da mesma forma que as fotos. Era uma graça , ruivinha, toda gostosinha. novinha , bem novinha como ROBERT gostava delas. Sua foto falsa no perfil das redes sociais permitia muitos contatos iniciais desse jeito. Quando encontravam-se, CARLOS o verdadeiro modelo das fotos , as levava até um lugar desolado de carro, pra fumarem maconha, beberem e relaxarem. aí ele as drogava e elas iam pra outro lugar.
*"mas me fala, vamos um dia desses ver um filme, sei lá.VOCÊ CURTE UM CINEMA NÉ." ROBERT perguntou tentando não parecer muito velho. *"AAHAHAH cara, eu posso ser novinha mas esse papo de cinema... vamos logo fumar um , escutando uma música lá em casa" *"na sua casa.. ?? Acho que não, PRISCILA. Você não disse que morava com umas amigas?" *"moro com uma amiga. mas ela também fuma. Tá viajando com o namorado , por isso te convidei né.. dãaa" numa voz tipo OBVIO NE BABACA ROBERT não era mais nenhum garoto. já estava começando a ficar careca e aparentava fortemente os seus 46 anos. também não era nada bonito , nem chegava perto do seu alter-ego CARLOS, moreno sedutor de garotinhas fazia um tipo Chris Isaac. ROBERT não podia deixar de cantar um trecho na cabeça de wicked game quando via o cara. Era engraçado. *"não sei, amore. Vou pensar sobre isso e te digo depois. sou meio contra de ir na casa dos outros, principalmente uma mulher sozinha, novinha como você. depois você fala que eu te estuprei sei lá, tem muita mulher maluca no mundo. Acho melhor a gente se falar mais um pouco , que tal?" *"queee isssso! um cavalheiro, nesses tempos de perdição! hahahaha" disse ela, tentando não parecer nervosa "você não entendeu, essa pode ser a ultima chance em muito tempo. eu devo me mudar em breve.aí não sei se depois de quanto tempo poderei receber um cara sozinha, pra fumar um beck , ouvir musica e dar uns beijos sem ter que me estressar. " *"ta ta taa você me convenceu já hahahha. não sou tão ótario assim a ponto de desperdiçar essa chance" Muito feliz, sorrindo demais. *"você pareceu bem otário online hahhah" disse ela respirando fundo. parece que ganhara essa.
A casa em petropolis era Longe do centro, praticamente um sítio. CARLOS iria na frente pra preparar o terreno enquanto ROBERT esperava no outro carro. parecia ser mais fácil do que pensavam, lugar isolado, iria pega -la e joga la na mala do carro. a longa viagem de volta iria acorda la e começaria o terror. quando chegassem em seu destino , so o passeio já a teria aterrorizado o bastante pra ele estar de pau duro. já estava de pau duro agora só pensando. Geralmente CARLOS demorava umas duas horas com elas, até fumar o baseado , escutar uma ou outra musica , a sedução. Ele gostava desse tipo de jogo de gato e rato dela confiar nele ao ponto de poder lava-la pra um lugar ermo. Ser tão cruel e inocente ao mesmo tempo!!! depois se ela bebesse com ele um vinho , colocava um boa noite cinderela no copo dela, ainda fingindo ser um gesto romântico e gentil..e se não bebessem, chegava ROBERT com o pano de clorofórmio..as vezes elas percebiam logo , por ele fazer muito barulho e elas ficavam aterrorizadas o que era uma pena. Carlos achava que a carne delas ficava melhor tenra. 3 horas e nada. ROBERT estava se preocupando, tentando não ligar para o cara, pensando em vestir a roupa de policial que tinha mala. Era bom eles terem esse esquema a muitos anos , era bom ter um parceiro nas suas fantasias mais loucas. eles tinham se preparado bem , sempre pensavam muito em como fazer essas coisas.Pena que a arma sempre ficava com CARLOS, ele tinha uma réplica de pistola mas era um covarde. Preferia suas vítimas presas e indefesas em seu poder. por isso sempre precisou de CARLOS, não conseguiria fazer isso sozinho. iria ligar primeiro, depois bateria na porta. CARLOS atendeu bem rápido, parecendo um pouco esbaforido. *"oi cara, to no banheiro. tava trepando. amigo... ela é demais" disse ele, meio rápido demais. *"porra, maluco!!! trepando??? achei que de repente tava guardando ela pra mim também né seu escroto ahhaha!! mas tranquilo de repente ela dorme e fica ainda mais fácil né. faz parte do jogo deixar ela bem relaxada" *"lógico! vou desligar, tenho que voltar , ela tá me chamando, TCHAU cara" mais estranho que o normal a voz dele mas a menina era muito gostosa, dava pra entender. demorou mais um pouco o celular vibrou WHATSAPP: Vem que ela ta pronta, a porta da frente tá destrancada, pula o portão. *"ESTRANHO. é difícil ele mandar um whats. mas foda se o importante agora era fazer tudo rápido antes de aparecer alguém , vai saber né. a garota pode estar mentindo ou alguém chegar mais cedo da viagem, poderia dar uma porrada de coisa errado, tenho que ser rápido." pensou A casa era gigante, com uns 8 quartos ou mais. tinha umas duas luzes acesas e era só, CARLOS era sempre bem cuidadoso com detalhes, um cara bom pra se trabalhar. ROBERT entrou sem fazer um som sequer tirando o baque dos sapatos batendo no chão após pular o muro. Estava em boa forma , e o muro não fora nenhum impecilho. a porta estava entreaberta. Um pequeno corredor pra colocar casacos e guarda chuvas , dava pra uma sala gigante, com lareira e tudo. pesadas cortinas fechavam as janelas, poltronas e um tapete completava o que ROBERT podia ver da casa. estava tudo escuro e ele tentava ajustar a sua visão, e vira uma mão como se alguém estivesse sentado na poltrona funda e enorme que estava voltada pra lareira. se aproximou devagar , olhando os quadros gigantes que emolduravam o que podia ver na escuridão, um homem e uma jovem, com roupas antigas era o destaque por cima da lareira ,algumas brasas ainda acesas . *"CARLOS??" disse em voz normal, não muito alto percebeu movimento no canto esquerdo dos olhos e se virou para o que parecia ser uma escada e uma pessoa descendo , uma figura de mulher envolvida por sombras. tentou achar os interruptores para acender as luzes mas não havia nenhum. *"que porra é essa" pensou "cade a merda dos interruptores?" *"quem está descendo aí?? aqui é a polícia, porra" geralmente isso faz as pessoas pararem , responderem , a policia do Rio não é pra se brincar. mas o silêncio que imperou o deixou morrendo de medo e a figura continuava sua lenta descida, sem fazer um som. se apavorou e tentou voltar para o corredor quando percebeu uma silhueta em volta da luz na porta, uma outra pessoa estava do lado de fora. A porta se fechou e trancou tão rápido que não permitiu a sua reação.A ultima coisa que sentiu antes de desmaiar foi o cheiro intenso de químico, provavelmente de clorofórmio enquanto alguém o agarrava com força por trás, tanta força que ele nem conseguiu se mexer.
 2 
CARLOS deu dois toques na campainha e ficou esperando. Estava frio , eram quase 6 horas da tarde e tinha chovido. Estavam no meio de um inverno bem frio , até mesmo para os padrões de petrópolis. O portão abriu automaticamente e ele estacionou em frente da casa. Viu um movimento na porta da frente, e ela estava aberta. Foi adentrando a casa, devagar mas confiante para não estragar a sua vibe de gostoso. "priscila?" falou meio alto,no meio da sala escura e estranha. *"senta aí ! já to descendo!! bebe alguma coisa, tem um copo aí no encosto da cadeira!" gritou ela no altar de cima. *"beleza" respondeu, se sentando. A sala era bem velha, como se fosse decorada por alguém da idade de sua avó. Tinha uma lareira, alguns quadros, duas poltronas grandonas bem confortáveis de couro com encostos e lugares pra copo *"que nem no cinema!" pensou bebeu o melhor uisque da sua vida. que maravilha, nunca tinha sido tão bom, a vida era bela. ia pegar essa garotinha e quando menos esperasse estaria fazendo comida com uma das partes dela. as vezes era da bunda, as vezes os seios.. ele curtia cozinhar. acendendo o baseado,relaxou... e depois de 15 minutos estava dormindo. acordou e estava em outro lugar. algemado em uma trave de madeira em algum tipo de porão. a boca estava tapada com silver tape.Na sua frente uma pessoa com uma máscara de coelho estava sentada, olhando.Era uma mulher. *"eu peguei sua arma, então nem adianta tentar espernear ou tentar abrir as algemas. a coisa aqui vai demorar um pouquinho." disse CLARICE *"mmmmmmmmmm!!!!" tentou falar mas nada saiu obviamente. *"ta, olha só. eu vou ser rapidinha. eu sei quem você é. eu hackeio as pessoas , vivo disso. eu filmei o que você e seu amigo fazem. eu segui vocês eu vi o que você fez com uma menina. Cara você comer elas é uma ironia muito grande. puta merda eu vou tirar uma foto da sua cara quando você ver o que vai acontecer contigo hahahahaah" disse ela rindo muito e tirando a arma do bolso. isso fez ele se contorcer como uma minhoca. CLARICE colocou a arma na cabeça dele. *"mermão, para com essa merda" saiu da boca dela e era tão estranho, que ele parou realmente. ela parecia ser uma menina doce , ele ouvira a ligação que ROBERT tinha gravado, como ela conseguiu engana-lo tão facilmente? *"isso beleza. Agora escuta. só tem um jeito de você *NÃO morrer aqui. eu vou ligar pro teu parceiro lá fora e ele você vai dizer umas coisas pra ele. NADA de falar qualquer coisa com ele ou tentar avisar. algo nesse sentido eu atiro na sua cabeça na hora. Você entendeu?" fez que sim com a cabeça. tentaria avisar , sim mas com o tom da voz ao invés de palavras. vamos ver se ROBERT pescava. Depois da ligação, fez uma jogada, antes dela colocar a fita na boca dele de novo: *"Eu sempre mando uma mensagem de whats pra ele.Vai ficar estranho se eu não mandar" mentiu. *"pode ditar" disse ela com o celular na mão. ROBERT acordou no mesmo PORÃO que CARLOS mas algemado na parede como num castelo medieval. quanto tempo esteve dormindo.?? que porra é essa que tá acontecendo?? *"eei! o que tá acontecendo aqui!", gritou "me solta filho da puta, senão eu te mato!" ele sentiu outra pessoa no canto escuro a direita, alguém com máscara mas não dava pra ver o que era. *"ROBERT"? ele reconheceu a voz de PRISCILA. *"pri, é você?" respondeu. *"sou eu!" disse ela desesperada. *"tambem estou presa aqui!!" Era um angulo estranho para ve- la direito e a escuridão do recinto apesar de não ser completa (havia uma pequena fonte de luz em algum lugar) era bastante escuro pra não ver que ela estava solta. *"meu deus o que tá acontecendo" "é algum maluco" disse ele desesperado. "temos que tentar nos soltar" *"hahahahah eu não aguento hahaah" riu CLARICE, deixando o totalmente confuso. "não, robert. maluco aqui só você e seu amigo CARLOS"
 3 
Mesmo fechando os olhos, ROBERT não conseguia afastar a lembrança da criatura comendo CARLOS vivo. seus gritos nunca sairão da sua mente. já preso a 3 dias, mas recebendo comida e água o corpo apodrecido não o deixava dormir. PRISCILA tinha vindo e contado tudo a ele. Como hackea-lo tinha sido fácil, como eles deixaram o sucesso de nunca terem sido apanhados subir a cabeça ao ponto dele postar algumas coisas na deep web. Como o orgulho dele haviam condenado os dois. Depois ela passou um video, só mostrando a ele coisas que fariam com ele, torturas medievais da igreja católica que mostravam um mundo de dor, e formas de morrer bem lentamente, sofrendo muito. Tinha um homem no vídeo pedindo para morrer. Depois veio a criatura.
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Desabafo de um namorado : desabafos

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